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7º dia de ataques

Ceará registra explosão em ponte e ônibus incendiados

Desde quarta-feira, foram contabilizados 159 ataques em todo o Estado

Publicado em 

08 jan 2019 às 10:41

Publicado em 08 de Janeiro de 2019 às 10:41

Um loja de revenda de motocicletas foi atacada nesta semana, em Fortaleza Crédito: José Cruz/Agência Brasil
Os ataques promovidos por criminosos no Ceará continuam pelo sétimo dia consecutivo. Bandidos explodiram na madrugada desta terça-feira uma ponte no município de Caucaia, na Região Metropolitana. Ônibus foram incendiados em Fortaleza, Maranguape e Aracati, ontem à noite. O carro de uma autoescola também foi queimado na capital, e o instrutor, que estava no veículo, teve queimaduras e foi levado para um hospital. Desde quarta-feira, foram contabilizados 159 ataques em todo o estado, e 148 pessoas foram detidas.
Por volta das 2h de hoje, criminosos explodiram uma bomba na Ponte dos Tapebas, situada na BR-222. A ação danificou parte da estrutura.
O Ceará vai receber o reforço de mais 106 agentes da Força Nacional. Trezentos agentes da tropa federal já atuam no estado desde sábado. O estado recebeu também reforço de 100 policiais militares da Bahia e 50 policiais rodoviários federais, que atuam em conjunto na tentativa de conter a onda de violência.
Dois suspeitos foram mortos durante uma troca de tiros com a polícia ao tentar incendiar um posto do Detran em Fortaleza, na madrugada de domingo. Um policial militar também foi atingido no braço no confronto.
Outras quatro pessoas ficaram levemente feridas em ataques incendiários. Um casal de idosos e um motorista sofreram queimaduras em um ataque em Fortaleza, e um motorista ficou ferido em Sobral.
Na segunda-feira, três homens foram presos por ameaçar comerciantes de Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza, para que fechassem as portas.
Em diversos pontos de Fortaleza, o comércio fechou as portas mais cedo. Os comerciantes relataram medo de que os estabelecimentos sejam alvo de bandidos. Locais normalmente movimentados, as avenidas Maestro Lisboa, Washington Soares, Raul Barbosa e Edilson Brasil Soares, ficaram vazias no fim da tarde de ontem.
As ações criminosas são uma reação de membros de facção à proposta do governo do estado de reforçar a fiscalização nos presídios para evitar a entrada de celulares. Os criminosos pedem também, por meio de pichações em prédios públicos, a saída do secretário da Administração Penitenciária, Mauro Albuquerque, que afirmou que iria acabar com a divisão de facções nos presídios do Ceará.
Atualmente, cada presídio do estado abriga apenas integrantes da mesma organização criminosa.

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