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Coronavírus

Brasil aplicou mais de 7 milhões de doses de vacina

Nas últimas 24h, país registrou 554 mortes pela Covid-19 e 29.035 novos casos confirmados

Publicado em 21 de Fevereiro de 2021 às 20:41

Agência FolhaPress

Publicado em 

21 fev 2021 às 20:41
Vacina de Oxford
A vacina de Oxford/AstraZeneca está entre os tipos disponíveis no Brasil Crédito: Carlos Alberto Silva
O Brasil registrou 554 mortes pela Covid-19 e 29.035 novos casos da doença neste sábado (20). São, ao total, 246.560 óbitos e 10.167.300 pessoas infectadas pelo coronavírus Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.
Os dados do país são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais.
Além dos dados diários, o consórcio também calcula a chamada média móvel. O recurso estatístico busca dar uma visão melhor da evolução da doença porque atenua números isolados que fujam do padrão. A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.
De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 1.038. Há uma semana, a média era de 1.105, o que representa situação de estabilidade.
O consórcio também atualizou informações repassadas sobre a vacinação contra a Covid-19 nos estados e no DF.
Foram aplicadas no total 7.025.961 doses de vacina (5.853.753 da primeira dose e 1.172.208 da segunda dose), de acordo com as informações disponibilizadas pelas secretarias de Saúde.
As vacinas disponíveis no Brasil são a Coronavac, do Butantan em parceria com a farmacêutica Sinovac, e a Covishield, imunizante da Fiocruz desenvolvido pela parceria entre a Universidade de Oxford e a AstraZeneca.
A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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