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Minas Gerais

Bombeiros homenageiam vítimas de Brumadinho com pétalas e oração

A homenagem ocorreu no mesmo horário em que a barragem da Vale rompeu há uma semana, deixando pelo menos 110 mortos e 238 desaparecidos

Publicado em 01 de Fevereiro de 2019 às 20:40

Publicado em 

01 fev 2019 às 20:40
Pétalas de flores Crédito: Reprodução | PNGTree
Pétalas de rosa doadas por moradores de Belo Horizonte, em Minas Gerais, foram jogadas de helicópteros do Corpo de Bombeiros nesta sexta-feira (1º) nos locais devastados pela lama a partir do rompimento da barragem em Brumadinho (MG).
A homenagem ocorreu no mesmo horário em que a barragem da Vale rompeu há uma semana, deixando pelo menos 110 mortos e 238 desaparecidos, segundo o balanço mais recente da operação de resgate.
A partir das 12h30 -na sexta-feira passada, a barragem se rompeu às 12:28 - dez helicópteros empregados pelas equipes de busca e salvamento foram alinhados no céu para uma homenagem aos moradores. O local escolhido foi próximo do Córrego do Feijão, um bairro rural de Brumadinho. No chão, foi improvisado um tablado de madeira, hasteadas bandeiras do Brasil e de Minas Gerais e entoados cânticos e orações religiosas. Algumas famílias de mortos e desaparecidos acompanharam emocionadas a homenagem. Uma mulher passou mal e teve que ser amparada por voluntários socorristas.
Em entrevista à imprensa logo depois, o coronel Erlon Botelho, chefe do Estado Maior do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, negou que já tenha sido descartada a chance de localizar alguém com vida. "O Corpo de Bombeiros em hipótese nenhuma descarta possibilidade [de achar sobreviventes], até mesmo pelos protocolos internacionais, a gente sempre vai atrás de vidas", disse o coronel. Ele afirmou que não há uma previsão para o encerramento das buscas.
"A gente tem que fazer um planejamento ainda de vários dias. A perspectiva é que ao longo do tempo, com a lama se estabilizando, a gente vai mudando as técnicas operacionais e a partir daí nós temos um panorama. Hoje é impossível cravar uma data final das operações", disse o coronel dos Bombeiros.
Falando aos jornalistas pela chefia da Polícia Civil, o delegado Arlen Bahia da Silva disse que cinco sobreviventes do rompimento já foram ouvidos no inquérito que apura o rompimento. O delegado, porém, afirmou que o conteúdo não pode ser revelado "para não atrapalhar as investigações". Indagado se a população atingida na região não merecia ter acesso aos detalhes da investigação, o delegado disse que "a transparência está sendo dada".

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