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Presidente eleito

Bolsonaro já tem 15 nomes de ministros definidos, diz braço-direito

Ex-presidente do PSL participa de primeira reunião de governo nesta terça-feira (30)

Publicado em 30 de Outubro de 2018 às 14:50

Publicado em 

30 out 2018 às 14:50
Candidato à presidência da República, Jair Messias Bolsonaro (PSL) chega para votar no segundo turno das Eleições 2018, na Escola Municipal Rosa da Fonseca, na Vila Militar, no Rio de Janeiro (RJ), neste domingo (28) Crédito: DHAVID NORMANDO/FUTURA PRESS
O ex-presidente do PSL Gustavo Bebianno disse nesta terça-feira (30) que já há cerca de 15 nomes escolhidos para os ministérios do governo de Jair Bolsonaro. Alguns desses nomes podem ser anunciados ainda nesta terça-feira após a reunião que está sendo realizada na casa do empresário Paulo Marinho, no Jardim Botânico, para compor a nova equipe. Segundo ele, já há um nome forte para a Educação.
Bebianno também disse que não sabe se Bolsonaro já esteve em contato com Sérgio Moro, mas que certamente vão se falar em algum momento, pois há expectativa de que o juiz se engaje de alguma forma no novo governo.
É um nome muito importante para o Brasil e a população, estamos na expectativa de que ele aceite se engajar de alguma forma
Gustavo Bebianno, ex-presidente do PSL
Sobre as declarações que Bolsonaro fez ontem em entrevista ao Jornal Nacional sobre o jornal Folha de S. Paulo, Bebianno disse que Bolsonaro não fez ataques, mas críticas.
- Será que a crítica é unilateral? Nós vivemos num regime democrático. Se ele se sentiu atacado em algum momento fora de uma linha de normalidade, afinal há outros tantos jornalistas (citou alguns) que fizeram comentários a respeito da postura desse jornal. São críticas recíprocas - disse.
Perguntado se as declarações de Bolsonaro, com a advertência de tirar a publicidade oficial de um dos maiores jornais do país, significariam uma ameaça, o presidente da PSL disse que de "forma nenhuma".
- A publicidade do jornal tem que ter um equilíbrio, seguir um critério técnico. Estamos estudando isso. Entendemos que o estado gasta muito dinheiro com publicidade de forma desnecessária. Acreditamos que isso é um desperdício. Na secretaria de comunicação já houve muitas desconfianças de como se manipula esse dinheiro. Então tudo isso vai ser revisto de forma democrática e tranquila, seguindo os padrões legais - afirmou.
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