Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • Bolsonaro agradece isenção da China sobre polêmica ambiental na Amazônia
Em visita ao país

Bolsonaro agradece isenção da China sobre polêmica ambiental na Amazônia

No auge da crise das queimadas, embaixador do país asiático falou sobre soberania brasileira

Publicado em 25 de Outubro de 2019 às 09:29

Redação de A Gazeta

Publicado em 

25 out 2019 às 09:29
(Pequim - China, 24/10/2019) Presidente da República, Jair Bolsonaro. Crédito: Isac Nóbrega/PR
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) agradeceu nesta sexta-feira (25) a isenção da China na polêmica ambiental sobre as queimadas na Amazônia diante de uma plateia de mais de 400 empresários brasileiros e chineses em Pequim.
"Quero agradecer as palavras do seu embaixador sobre nossa soberania na região amazônica", disse o presidente. "Para nós não tenho preço esse reconhecimento público".
No auge da crise das queimadas na floresta, com forte pressão sobre o Brasil principalmente dos países europeus, a China deu uma declaração de que a Amazônia é uma questão brasileira.
Nas reuniões da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, para abertura de mercado, o tema não tem despertado preocupação, embora a China esteja atenta ao alto nível de poluição em suas cidades.
Bolsonaro foi aplaudido várias vezes durante o evento --em pelo menos uma ocasião aos gritos de "mito" por parte dos brasileiros. Os aplausos foram ainda mais intensos quando ele voltou a ressaltar que vai isentar os chineses de visto para entrar no Brasil.
A medida é incomum e adotada por poucos países do mundo por causa do risco de imigração ilegal. Hoje vivem na China 1,4 bilhão de pessoas. Bolsonaro havia dito antes de evento que haverá "filtros", mas não detalhou.
O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, afirmou que empresários chineses e brasileiros deviam aproveitar "juntos" as oportunidades que se abrem para os dois países. "Queremos investimentos chineses em novas áreas e mais turismo", afirmou. 
A declaração vai na contramão do que Araújo havia afirmado em março deste ano, quando disse a novos diplomatas em aula magna no Instituto Rio Branco, que o Brasil "não venderá a alma" para exportar soja e minério para a China.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Instituto Inhotim, em Brumadinho (MG)
Inhotim vai celebrar 20 anos com três novas atrações no 2º semestre
Jovem se joga do segundo andar para escapar de marido armado em Cariacica
Jovem pula do 2º andar de casa para fugir do marido armado em Cariacica
Imagem de destaque
Tarot do dia: previsão para os 12 signos em 04/05/2026

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados