Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Brasil
  • Bairros de SP e do RJ têm panelaço antecipado contra Bolsonaro
Insatisfação

Bairros de SP e do RJ têm panelaço antecipado contra Bolsonaro

Em São Paulo, os panelaços, com gritos de 'fora Bolsonaro', ocorreram em bairros nobres como Consolação, Santa Cecília, Higienópolis e Bela Vista, na região central, e Pompeia e Jardins, na zona oeste

Publicado em 18 de Março de 2020 às 06:39

Redação de A Gazeta

Publicado em 

18 mar 2020 às 06:39
São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte tiveram panelaços em protesto contra o presidente Jair Bolsonaro na noite desta terça-feira (17). A mobilização acontece um dia antes de uma manifestação desse tipo convocada nas redes sociais para a noite desta quarta-feira (18).
Em São Paulo, os panelaços, com gritos de "fora Bolsonaro", ocorreram em bairros como Consolação, Santa Cecília, Higienópolis e Bela Vista, na região central, e Pompeia e Jardins, na zona oeste.
Em Perdizes, também na zona oeste, houve manifestações de apoiadores em resposta, como "viva Ustra", referência ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, oficial da ditadura militar que costuma ser elogiado pelo presidente.
No Rio de Janeiro, houve manifestações no Jardim Botãnico e em Copacabana, na zona sul, e, em Brasília, na Asa Norte.
Os panelaços em janelas de apartamentos se tornaram um dos símbolos de protesto contra a então presidente Dilma Rousseff, que sofreu impeachment em 2016.
Nesta terça-feira, foi protocolado na Câmara o primeiro pedido de afastamento de Bolsonaro na Presidência por ter convocado atos contra o Congresso e o Judiciário no último fim de semana.
Na segunda (16), a ex-aliada Janaina Paschoal, deputada estadual em São Paulo pelo PSL, pediu em discurso que o presidente deixe o cargo.
Em meio à crise do coronavírus, o presidente vem tendo um posicionamento de relativizar a dimensão da pandemia, embora o próprio governo já tenha solicitado o reconhecimento de calamidade pública no país.
Governadores nos estados, como Wilson Witzel (PSC), no Rio, anunciaram medidas drásticas para reduzir a circulação de pessoas, como impedir a circulação de ônibus intermunicipais.
Antes do agravamento da pandemia, a UNE, centrais sindicais e grupos de esquerda haviam marcado um protesto contra o governo para o dia 18, mas a mobilização foi suspensa por causa do risco de disseminação da doença.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Grupo é preso por criar site falso de doações para vítimas de enchentes
Como falso site de doações levava vítimas a golpe de empréstimo
Vini Jr, atacante da Seleção Brasileira
Vini Jr. chora ao relembrar infância humilde com avó e diz que luta contra racismo é maior conquista
Trânsito intenso em Vitória
Trânsito intenso na Grande Vitória antes de Brasil x Japão

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados