Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Brasil
  • Análise: As semelhanças entre as chapas de Alckmin 2018 e Lula 2002
Eleição

Análise: As semelhanças entre as chapas de Alckmin 2018 e Lula 2002

Acompanhado dos mesmos partidos, tucano pode contaminar a sua campanha

Publicado em 24 de Julho de 2018 às 02:22

Publicado em 

24 jul 2018 às 02:22
Crédito: Agência Brasil
As conversas por apoio na disputa presidencial entram na fase final. O tucano Geraldo Alckmin, que, até o momento, parece ter conseguido atrair uma sopa de letrinhas, cada vez mais desenha uma chapa à la Lula 2002 ou Dilma 2010. Dá sinais de que prefere correr o risco de ver seu nome associado a partidos do mensalão e outros escândalos, do que perder espaço no horário eleitoral.
Em busca de um vice, pretensamente o empresário Josué Gomes, Alckmin vai buscar no mineiro o apoio do PR. O mesmo gesto que o petista Lula fez na primeira eleição, quando teve o pai de Josué, José Alencar, o vice do então PL. Na época, o petista tinha outra intenção: acalmar o mercado colocando um empresário respeitado ao seu lado. Alckmin não precisa fazer o mesmo esforço de Lula para convencer o mundo financeiro e empresarial de que cumprirá as regras do jogo, mas indica que anda fazendo o tradicional cálculo político de que, sozinho, um partido não vence a disputa presidencial.
A equação que serviu para Lula em 2002, e Dilma em 2010 - a candidata tinha a seu lado uma coligação com PDT, PRB, PT, PMDB, PTN, PSC, PR, PTC, PSB e PCdoB - servirá para Alckmin 2018?
No intervalo de 12 anos, conheceu-se que partidos pequenos vendiam seu apoio ao governo petista não só por cargos, mas também por uma mesada operada por Marcos Valério, hoje preso. Já na Era Dilma, veio a Lava-Jato a mostrar que a propina estava mesmo concentrada nos negócios da Petrobras. E as empreiteiras delatoras acabaram arrastando os partidos do governo e também os da oposição, como o próprio PSDB, para o mesmo barco.
Nas pesquisas de intenção de voto, o eleitor que assistiu a tudo isso mandou, e ainda parece mandar, indicações de que quer algo diferente. Ver Alckmin acompanhado dos mesmos partidos vai contaminar a campanha do tucano? Ou será o impulso que ele precisava para sair da rabeira para ter chance de ir ao segundo turno? A resposta ao eventual êxito do pragmatismo eleitoral pode vir antes mesmo do dia da votação se a campanha tucana, de fato, decolar.
 

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Mais conhecida como Baiana, Evani dos Santos Reis é a presidente do Sindilimpe-ES
Gari, mulher e negra: a provável suplente de Contarato na campanha ao Senado
Imagem de destaque
Dois anos após o crime, casal é condenado por morte de jovem em Aracruz
ES está entre os estados mais expostos às novas tarifas dos EUA, aponta Findes
ES está entre os estados mais expostos às novas tarifas dos EUA, aponta Findes

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados