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Ensino superior

Alunos protestam em Salvador contra cortes nas universidades federais

O ato teve início às 9h e foi encerrado às 12h, após passeata pelas ruas da capital baiana. Com faixas e cartazes, o grupo pedia o derrubada do bloqueio de R$ 37,3 milhões, anunciado pelo MEC

Publicado em 06 de Maio de 2019 às 22:19

Publicado em 

06 mai 2019 às 22:19
Estudantes protestam em Salvador contra cortes nas universidades federais Crédito: Reprodução/Ufba
Um grupo formado por estudantes universitários de vários cursos, professores e integrantes de movimentos sociais realizou protesto em Salvador, na manhã desta segunda-feira (6), contra o bloqueio no orçamento de verbas da Ufba (Universidade Federal da Bahia).
O ato teve início às 9h e foi encerrado às 12h, após passeata pelas ruas da capital baiana. Com faixas e cartazes, o grupo pedia o derrubada do bloqueio de R$ 37,3 milhões, anunciado pelo MEC (Ministério da Educação) na semana passada.
Os estudantes se concentraram na Faculdade de Educação da Ufba, no Vale do Canela. Depois da realização de uma assembleia, ocuparam a Avenida Reitor Miguel Calmon, via de grande fluxo de veículos, e encerraram a manifestação em frente à reitoria da universidade.
O trânsito ficou lento no local. Não houve registro de confronto com a polícia.
Inicialmente, o corte de recursos foi anunciado para três universidades federais: UnB (Universidade de Brasília), Ufba e UFF (Universidade Federal Fluminense). As instituições de ensino ficaram entre as 20 melhores universidades do país na última edição do RUF (Ranking Universitário Folha).
Segundo a plataforma de produção acadêmica Web of Science, as três estão entre as 11 instituições brasileiras que mais ampliaram o número de artigos de 2008 a 2017.
O ministro da Educação, Abraham Weintraub, havia indicado que se tratava de uma retaliação a atividades políticas ocorridas dentro dessas unidades, o que ele havia chamado de "balbúrdia", e ao que considerou como fraco rendimento acadêmico.
Posteriormente, o governo federal estendeu o bloqueio de 30% dos recursos a todas as universidades federais. Após a repercussão negativa, o MEC afirmou que o critério do contingenciamento será técnico e isonômico.

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