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Paulo Baraona

Artigo de Opinião

É presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-ES)
Paulo Baraona

Infraestrutura é um dos setores que mais cria emprego por real investido

Se o Brasil investisse o necessário no setor, correríamos o risco de ter falta de mão de obra, de tantos empregos que seriam criados
Paulo Baraona
É presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-ES)

Publicado em 20 de Março de 2022 às 02:00

Publicado em 

20 mar 2022 às 02:00
Ferrovia: investimento em infraestrutura férrea no Sul do ES pode ser viabilizado pela iniciativa privada
Investimento em ferrovias é importante para o transporte de cargas Crédito: Beth Santos/Secretaria-Geral da PR
Estamos a seis meses das eleições que vão definir os ocupantes dos cargos majoritários no país. Pesquisas recentes apontam que o principal problema indicado pelos cidadãos está na economia, que, portanto, deve dar o tom do pleito de outubro.
Temas como desempregoinflação e aumento da desigualdade voltarão a ter relevância na hora de escolher um candidato. Sem dúvida são questões preocupantes e que afetam diretamente a vida de todos os cidadãos.
No entanto, há um tema crucial que deve ser priorizado e que traz consequência para todos: a infraestrutura.
É histórico que o país investe pouco em infraestrutura. Essa ausência de investimentos diminui a competitividade e aumenta o custo Brasil - expressão usada para se referir a um conjunto de dificuldades estruturais, burocráticas, trabalhistas e econômicas que atrapalham o crescimento do país, influenciam negativamente o ambiente de negócios, encarecem os preços dos produtos nacionais e custos de logística, comprometem investimentos e contribuem para uma excessiva carga tributária.
Sabemos que o maior benefício de projetos de infraestrutura é o aumento de produtividade e o consequente aumento da competitividade da indústria e dos serviços brasileiros.
E o Brasil precisa dobrar o nível de investimentos em infraestrutura para alcançar um patamar adequado e dar um salto na competitividade internacional da economia brasileira. Estudo do Infra 2038, movimento voltado para o desenvolvimento do setor de infraestrutura e que reúne consultorias e líderes empresariais, estima em R$ 339 bilhões o valor de investimento anual a ser perseguido até 2038 para elevar a qualidade e disponibilidade doméstica, e colocar a infraestrutura do Brasil entre as 20 melhores do mundo no ranking de competitividade global do Fórum Econômico Mundial.
Para acelerar os investimentos precisamos de segurança jurídica, marco regulatório e condições seguras para que a iniciativa privada realize investimentos no país. Reforçando que logística de transporte é o meio para economizar e crescer e que mobilidade urbana está atrelada à inovação e à integração de todos os modais.
Hoje, 85% da população brasileira vive em áreas urbanas. As cidades e as áreas metropolitanas são motores da economia nacional e palco dos mais graves problemas sociais do país, incluindo a desigualdade no acesso a oportunidades de emprego, tratamento médico e lazer. O investimento em infraestrutura urbana é, assim, uma grande oportunidade para desenvolver a economia local e garantir a melhoria efetiva na qualidade de vida da população.
Reforçando que a infraestrutura é um dos setores que mais cria emprego por real investido. E quando falamos em infraestrutura vem à mente obras de portos, metrô, aeroporto, mas a infraestrutura começa desde uma pequena rede de abastecimento de água, passando por iluminação pública, estradas, até chegar às grandes obras.
Se o Brasil investisse o necessário na infraestrutura, correríamos o risco de ter falta de mão de obra, de tantos empregos que seriam criados.
Infraestrutura é fundamental. É a base que assegura o funcionamento de uma pequena loja até uma grande indústria.
Ou seja, não se pode continuar negligenciando a infraestrutura pois ela é garantia de desenvolvimento, de emprego, de melhor qualidade de vida para todos. Este é um tema que não pode ficar de fora da agenda política do país.
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