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Se cuida

6 dicas para prevenir e tratar a obesidade infantil

Adoção de uma alimentação equilibrada, incentivo à prática regular de exercícios e acompanhamento médico adequado são fundamentais
Portal Edicase

Publicado em 

23 jan 2025 às 20:00

Publicado em 23 de Janeiro de 2025 às 20:00

Hábitos alimentares inadequados e sedentarismo aumentam o número de casos de crianças obesas (Imagem: CHIVI SEYFETTIN | Shutterstock)
Hábitos alimentares inadequados e sedentarismo aumentam o número de casos de crianças obesas Crédito: Imagem: CHIVI SEYFETTIN | Shutterstock
A obesidade infantil é uma condição caracterizada pelo excesso de peso em crianças e adolescentes, resultante de um desequilíbrio entre o consumo de calorias e o gasto energético. Ela é considerada um problema de saúde pública devido ao seu impacto significativo no bem-estar físico, emocional e social das crianças.
A Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN) reconheceu recentemente que a obesidade é, atualmente, um problema de saúde pública. Segundo o último levantamento do órgão, realizado em parceria com o SUS (Sistema Único de Saúde), mais de 340 mil crianças brasileiras entre 5 e 10 anos têm obesidade.
“Os dados são o reflexo da má alimentação das crianças , alinhadas ao sedentarismo atualmente. A alimentação dos pequenos está altamente industrializada, com um crescente consumo de doces, fast foods , congelados, bolachas, salgadinhos, embutidos, enlatados etc.”, comenta Carla Jadão, professora de Nutrição da Universidade Anhanguera.

Diagnóstico da obesidade em crianças

A obesidade infantil é identificada por meio da avaliação do índice de massa corporal (IMC), ajustado para a idade e o sexo da criança, utilizando gráficos de crescimento desenvolvidos por órgãos de saúde. O IMC é calculado dividindo o peso da criança (em quilos) pela sua altura ao quadrado (em metros). Quando o resultado está acima do percentil 95 no gráfico correspondente, a criança é classificada como obesa.
Além disso, outros fatores são considerados, como histórico médico, hábitos alimentares, nível de atividade física e possíveis condições genéticas ou metabólicas. Consultar um pediatra ou profissional de saúde é fundamental para um diagnóstico preciso e para orientar sobre as melhores medidas a serem tomadas.

Prevenção e tratamento da obesidade infantil

Abaixo, Carla Jadão elenca 6 dicas para ajudar a prevenir e tratar a obesidade infantil. Confira!

1. Atividade física

A recomendação é realizar, no mínimo, uma média de 60 minutos de atividade aeróbica moderada por dia para crianças e adolescentes e cerca de 150 e 300 minutos de atividade física de intensidade moderada por semana para adultos. Envolva a criança em atividades que ela goste, como esportes, dança ou brincadeiras ao ar livre.

2. Envolvimento escolar

Incentive a participação em programas de educação física e atividades extracurriculares na escola. Apoie programas escolares que promovam a educação nutricional e hábitos alimentares saudáveis.
Reduzir o tempo de tela é importante para que as crianças se dediquem a outras atividades e movimentem o corpo (Imagem: Jelena Stanojkovic | Shutterstock)
Reduzir o tempo de tela é importante para que as crianças se dediquem a outras atividades e movimentem o corpo Crédito: Imagem: Jelena Stanojkovic | Shutterstock

3. Diminuição do uso de tecnologias

Com o desenvolvimento da tecnologia, muitas crianças e jovens ficam mais tempo no computador, celular, tablet e televisão, o que, consequentemente, as afastam de atividades que desenvolvam sua parte física. Dessa forma, o núcleo familiar pode contribuir para reverter o quadro, por meio de boas práticas e apoio do médico-pediatra.

4. Alimentação saudável

Incentive uma dieta rica em frutas, vegetais, grãos integrais, proteínas magras e laticínios com baixo teor de gordura. Reduza o consumo de alimentos ricos em açúcares adicionados, gorduras saturadas e sódio. Mantenha um diário alimentar para monitorar a ingestão de alimentos e identificar áreas que precisam de melhorias.

5. Hidratação

Incentive o consumo de água ao invés de bebidas açucaradas , como refrigerantes e sucos industrializados. Ofereça opções de bebidas saudáveis, como sucos naturais e leite desnatado.

6. Ajuda psicológica, psiquiátrica e física

Leve a criança para consultas regulares com esses profissionais para monitorar o crescimento e o peso e para oferecer suporte emocional. Dessa forma, é possível desenvolver um plano de ação personalizado.
Por Nicholas Montini Pereira

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