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Acidente

Resgate de brasileira em trilha de vulcão enfrenta condições difíceis, diz Itamaraty

A irmã da publicitária diz estar preocupada com o tempo levado para resgate da familiar, que caiu enquanto fazia o percurso ao vulcão Rinjani
Agência FolhaPress

Publicado em 

22 jun 2025 às 18:13

Publicado em 22 de Junho de 2025 às 18:13

 O Ministério das Relações Exteriores afirmou neste domingo (22) que a embaixada brasileira em Jacarta, na Indonésia, monitora o caso da brasileira que caiu enquanto fazia uma trilha a pé nas proximidades de um vulcão daquele país.
De acordo com informações repassadas ao governo brasileiro, equipes de resgate estão na área trabalhando em condições difíceis.
A publicitária brasileira Juliana Marins, 26 anos, caiu na madrugada de sábado (21) e a família informou neste domingo estar recebendo dados desencontrados sobre a situação. Até mesmo a informação sobre a chegada de água, comida e agasalhos foi colocada em dúvida.
O Itamaraty informou na tarde deste domingo que a embaixada em Jacarta segue monitorando o caso, em contato com as agências de busca e salvamento da Indonésia, e que equipes de resgate continuam na área, trabalhando em condições difíceis, segundo relatos das autoridades indonésias monitorados pelo governo brasileiro.
A assessoria de imprensa do Itamaraty não tinha, no começo da tarde de domingo, detalhes sobre a operação e não soube dizer se a brasileira teve acesso a mantimentos desde a queda.
A irmã da publicitária diz estar preocupada com o tempo levado para resgate da familiar, que caiu enquanto fazia o percurso ao vulcão Rinjani.
"Conversamos com pessoas no local onde houve o incidente com a Juliana e o que recebemos é que não é verdadeira a informação de que a equipe de resgate levou água, comida e agasalho para ela, conforme divulgado pelas autoridades indonésias e pela embaixada brasileira em Jacarta. A informação que temos é que até agora não conseguiram chegar até a Juliana, que está há mais de 36 horas desaparecida", afirmou.
Segundo a irmã, as imagens divulgadas até agora não dão um relato fiel da localização de Juliana, que teria se movimentado. "Gostaríamos de uma atualização com informações reais e estamos preocupadas com a corrida contra o tempo para salva minha irmã", concluiu Mariana, destacando que espera o envio de um helicóptero para resgatar a irmã no local.
As buscas devem continuar ao longo deste domingo. No sábado, foram interrompidas pelas condições climáticas, que deixaram a montanha escorregadia.
A trilha ao vulcão teria duração de três dias e duas noites, de 20 a 22 de junho, e foi programada com uma agência local, segundo Mariana. Natural de Niterói, no Rio de Janeiro, a publicitária está em um mochilão pela Ásia desde o final de fevereiro deste ano.

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