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Pandemia

Quase todos os países já registraram coronavírus, diz OMS

Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial de Saúde, afirmou nesta segunda-feira, 23, que mais de 300 mil casos de coronavírus já foram reportados

Publicado em 23 de Março de 2020 às 14:34

Redação de A Gazeta

Publicado em 

23 mar 2020 às 14:34
Médicos atuam no combate contra o coronavírus Crédito: H Shaw/ Unsplash
O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou nesta segunda-feira, 23, que mais de 300 mil casos de coronavírus já foram reportados à entidade. "Quase todos os países do mundo já registraram coronavírus e a pandemia está acelerando", alertou a autoridade, durante entrevista coletiva em Genebra.
Ghebreyesus destacou que foram necessários 67 dias entre o registro do primeiro caso e que se chegasse a 100 mil casos da doença, 11 dias para que se atingisse a marca de 200 mil "e apenas 4 dias" para ela superar os 300 mil infectados.
Nesse contexto, a OMS insistiu na necessidade de se respeitar orientações como lavar correta e frequentemente as mãos e manter isolamento social.
A coletiva da OMS contou com a presença do presidente da Fifa, o suíço-italiano Gianni Infantino. Também teve uma declaração por vídeo do goleiro Alisson, da seleção brasileira, que falou sobre a importância do comportamento das pessoas para enfrentar esse desafio.
A OMS exibiu ainda um vídeo com vários jogadores populares, como o argentino Messi, para incentivar a conscientização sobre os cuidados contra o coronavírus.
O comando da OMS agradeceu o fato de que um fundo criado para receber contribuições para a luta contra o coronavírus já arrecadou mais de US$ 70 milhões, sendo que desse montante US$ 10 milhões vieram da Fifa.

MEDICAMENTOS 

O diretor-geral da OMS alertou também para o risco de se utilizar medicamentos que não foram testados de modo adequado. A declaração foi dada durante entrevista coletiva sobre o coronavírus.
Algumas autoridades, como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mencionaram nos últimos dias a cloroquina como um medicamento possível para o tratamento do coronavírus. Autoridades de saúde, inclusive americanas, porém, têm advertido para o fato de que os estudos sobre esse medicamento contra o novo coronavírus ainda são preliminares e advertindo para os riscos do uso indiscriminado. Já usada atualmente para algumas doenças, como a malária, a cloroquina tem efeitos colaterais e contraindicações.
Ghebreyesus afirmou que a OMS deseja produzir evidências de qualidade "o mais rápido possível", nessa luta contra a doença. Para isso, a organização mantém vários estudos, comentou. De qualquer modo, insistiu na necessidade de se testar todos os casos suspeitos e isolar os confirmados, para evitar maior disseminação da doença.

PEDIDO DE SOLIDARIEDADE 

O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde insistiu na importância da solidariedade entre os líderes do G-20, no combate global ao coronavírus. Durante entrevista coletiva em Genebra, ele mencionou o fato de que alguns países enviam equipes médicas para ajudar outras nações, ressaltando a importância desses atos e também o papel da própria OMS para preparar colaborações do tipo.

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