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Estados Unidos

Pensilvânia certifica resultados eleitorais com vitória de Biden

A notícia encerra semanas de alegações de fraude pelo presidente Donald Trump e várias tentativas malsucedidas na Justiça para tentar impedir a certificação do resultado

Publicado em 24 de Novembro de 2020 às 15:23

Redação de A Gazeta

Publicado em 

24 nov 2020 às 15:23
Joe Biden durante campanha à presidência dos EUA, na Pensilvânia
Joe Biden durante campanha à presidência dos EUA, na Pensilvânia Crédito: Adam Schultz / Biden for President
O governador da Pensilvânia, Tom Wolf, anunciou nesta terça-feira (24), que o Estado certificou o resultado das eleições presidenciais de 3 de novembro em favor do democrata Joe Biden, que levará os 20 delegados do colégio eleitoral.
"De acordo com o que é exigido por lei, assinei a certificação para a nomeação dos eleitores (delegados do Colégio Eleitoral) para Joe Biden e Kamala Harris", escreveu o governador no Twitter.
A notícia encerra várias semanas de alegações infundadas de fraude pelo presidente Donald Trump no Estado e também várias tentativas malsucedidas na Justiça para tentar impedir a certificação do resultado.
Na segunda, o conselho eleitoral estadual de Michigan certificou o resultado final da eleição presidencial dando a vitória oficial a Biden, que deve ficar com os 16 votos do Estado no colégio eleitoral. Conselheiros do Estado foram pressionados pelo presidente Trump a atrasar a certificação. Sem provas, o republicano alegou fraude na votação.

TRANSIÇÃO 

A equipe do presidente eleito começou a interagir com os colegas do governo atual para iniciar o processo de transição, depois que o governo Trump abriu formalmente o caminho na segunda-feira para uma transferência ordenada de poder. A confirmação ocorreu depois de um atraso de mais de duas semanas após a vitória de Biden na eleição, faltando apenas 57 dias para sua posse.
Biden disse que o atraso na transição ameaçou a segurança nacional ao privar sua equipe de instruções críticas e alertou que a distribuição de vacinas para combater o coronavírus estaria em risco se seus conselheiros não pudessem trabalhar lado a lado com as autoridades de saúde atuais. (Com agências internacionais)

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