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Astrologia

Descubra o significado dos astros no Mapa Astral

Astróloga explica o que a posição deles revela sobre a personalidade de cada signo
Portal Edicase

Publicado em 09 de Julho de 2025 às 17:04

A posição dos astros no mapa astral revela pistas importantes sobre a jornada de individuação da alma (Imagem: Shyntartanya | Shutterstock)
A posição dos astros no mapa astral revela pistas importantes sobre a jornada de individuação da alma Crédito: Imagem: Shyntartanya | Shutterstock
Na astrologia, cada planeta representa uma dimensão essencial da psique humana, núcleos vivos de energia simbólica que ganham expressão única conforme se manifestam nos signos e casas do mapa astral. São arquétipos universais que, quando reconhecidos e integrados, revelam pistas importantes sobre a jornada de individuação da alma.
Para compreender melhor esse conceito, a astróloga Eunice Ferrari explica, a seguir, o significado dos astros no mapa astral. Confira!

O Sol é o coração do mapa astral

O Sol ocupa o centro dessa mandala celeste. É o coração do mapa astral , símbolo da identidade, da vitalidade e da consciência em expansão. Associado ao arquétipo do herói ou da heroína, o Sol aponta o caminho do propósito, da expressão criativa e da afirmação de si. Onde ele está localizado no mapa, há uma necessidade de brilhar com autenticidade, de tornar-se quem se é, com verdade e coragem.
No plano psicológico, o Sol representa o ego em desenvolvimento, a vontade individual e a força vital que nos impulsiona. Em termos simbólicos, ele indica onde a alma é chamada a se tornar plena — soberana em sua própria luz.

A Lua fala da nossa criança interior

A Lua, por sua vez, representa a dimensão emocional e instintiva do ser. Está ligada aos ciclos interiores, à memória ancestral e à busca por segurança afetiva. Se o Sol ilumina com consciência, a Lua acolhe com sensibilidade. Ela fala da nossa criança interior, do ventre psíquico que nos nutre e da forma como cuidamos de nós mesmos e dos outros.
Sua presença no mapa revela padrões emocionais, reações inconscientes e hábitos profundos que moldam a forma como nos conectamos com o mundo. É também símbolo da ancestralidade feminina , da linhagem emocional que carregamos e reproduzimos, muitas vezes sem perceber. Na jornada da alma, a Lua ensina sobre pertencimento, proteção e vínculo.
Vênus rege os afetos, os valores e a maneira como buscamos prazer e harmonia (Imagem: artshock | Shutterstock)
Vênus rege os afetos, os valores e a maneira como buscamos prazer e harmonia Crédito: Imagem: artshock | Shutterstock

Vênus mostra como expressamos nosso afeto no mundo

Vênus, por fim, encarna o arquétipo da deusa do amor, da beleza e dos relacionamentos. Rege os afetos, os valores e a maneira como buscamos prazer e harmonia. Vênus mostra o que apreciamos, o que valorizamos em nós e no outro, e como expressamos nosso afeto no mundo.
Psicologicamente, o planeta está associado ao desejo, à atração, à estética, ao senso de valor e à capacidade de reciprocidade. Sua posição no mapa indica onde buscamos vínculos que nos nutram, onde há desejo por beleza e conexão, e como cultivamos o amor nas suas múltiplas formas.

Sol, Lua e Vênus

Esses astros, assim como os demais corpos celestes do mapa astral, compõem uma linguagem simbólica que fala da alma em movimento. São portais que nos convidam a olhar para dentro com mais profundidade e sensibilidade. Em tempos de excessos racionais, a astrologia se oferece como uma bússola simbólica e poética, capaz de iluminar o caminho da autocompreensão e do amadurecimento interior.

Qual o papel do Ascendente?

O Ascendente, frequentemente confundido com uma simples “máscara social”, é muito mais do que uma fachada. Ele representa a porta de entrada da alma na experiência terrena, o modo como a consciência encarna e se manifesta no mundo visível. É por meio dele que se inicia a jornada astrológica, marcando o início da Casa 1, a casa do “eu encarnado”.
O Ascendente revela como nos colocamos no mundo, como enfrentamos os primeiros desafios, tomamos decisões e iniciamos ciclos. Ele fala da persona, sim, mas também da coragem de começar, da forma como o indivíduo enfrenta a vida com as ferramentas que recebeu. É o corpo simbólico que vestimos para caminhar em direção ao destino.
Por Eunice Ferrari 

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