Posteriormente, com a pandemia da Covid-19, os protocolos também foram adequados para minimizar o risco de contágio entre os jogadores. O contato mínimo com a torcida em aeroportos, contudo, segue. A interação com a torcida costuma acontecer no hotel, de maneira organizada.Na chegada e saída do estádio - onde aconteceram os graves incidentes com as delegações de Grêmio e Bahia -, a delegação do Flamengo conta com a escolta das forças de segurança. No caso do Rio de Janeiro, é a Polícia Miliar e o BEPE (Batalhão Especializado em Policiamento de Estádio) que dão o apoio ao clube, tanto no dia das partidas quanto nas reuniões de segurança que as precedem.Exemplo do "sucesso" da logística implementada pelo Flamengo aconteceu em fevereiro, quando torcedores foram ao Aerporto do Galeão, na Ilha do Governador, após a derrota da equipe de Paulo Sousa para o Atlético-MG, em Cuiabá, na Supercopa do Brasil. A delegação deixou o local por uma saída alternativa, evitando contato com os membros de uma torcida organizada.