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Morte brutal

Gabigol, do Flamengo, pede justiça pelo assassinato de Moïse Mugenyi

O congolês foi espancando e morto após cobrar o pagamento no quiosque onde trabalhava; o Corpo de Bombeiros encontrou o corpo de Mugenyi amarrado
LanceNet

Publicado em 

01 fev 2022 às 15:25

Publicado em 01 de Fevereiro de 2022 às 15:25

Rio de Janeiro
Moïse Kabamgabe foi brutalmente espancado e morto no Rio de Janeiro por seguranças de um quiosque Crédito: Arquivo pessoal
Nesta terça-feira, Gabigol, um dos ídolos mais recentes da história do Flamengo, pediu justiça pelo assassinato de Moise Mugenyi. O congolês, que tinha apenas 24 anos, foi espancado com pedaços de madeira e um taco de beisebol até ser morto, segundo relato da família. Pelas redes sociais, o atacante ressaltou a necessidade de que crimes como esse não podem ser normalizados.
"Esse não é o Rio que aprendi a amar e que me recebeu de braços abertos!!! Queremos justiça, não podemos normalizar crimes como esse!! Que seja feita justiça a Moïse Mugenyi e toda sua família!! Estamos juntos de vocês!!!", postou o atacante.

ENTENDA O CASO

Mugenyi trabalhava no quiosque Tropicália, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Na segunda-feira passada, 24, conforme relataram testemunhas, ele foi até o local para cobrar o pagamento por três dias de serviço - ele, vale destacar, trabalhava por diária. Em matéria publicada pelo UOL, o valor era de R$ 200.
De acordo com os relatos da família, o responsável pela barraca se negou a pagar, e uma discussão foi iniciada. Na sequência, o responsável pela barraca chamou um grupo de quatro pessoas, que, durante 15 minutos, espancaram o congolês. Mugenyi ainda teve as mãos e os pés amarrados - o Corpo de Bombeiros encontrou assim seu corpo.
Rio de Janeiro
Moïse Kabamgabe escolheu o Flamengo para torcer ao chegar no Brasil Crédito: Arquivo pessoal
Segundo o G1, os peritos confirmaram que traumatismo do tórax com contusão pulmonar foi a causa da morte. Moise Mugenyi foi enterrado no último domingo, dia 30.

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