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Jogos Olímpicos de Sidney

Atleta brasileiro receberá medalha olímpica 20 anos após conquista

Velocista Cláudio Roberto Souza, participou da etapa eliminatória, mas na final ficou apenas torcendo pelo quarteto, por isso, não teria direito a participar do pódio

Publicado em 18 de Maio de 2020 às 16:49

Redação de A Gazeta

Publicado em 

18 mai 2020 às 16:49
O ex-velocista Cláudio Roberto Sousa
O ex-velocista Cláudio Roberto Sousa Crédito: Divulgação
O velocista Cláudio Roberto Souza participou da conquista da medalha de prata no revezamento 4x100 nos Jogos Olímpicos de Sidney, no ano 2000. Porém, jamais recebeu a medalha. Reserva na final, ele será premiado 20 anos depois.
Cláudio participou da etapa eliminatória. Mas na final ficou apenas torcendo pelo quarteto formado por Vicente Lenílson, Claudinei Quirino, André Domingos e Edson Luciano Ribeiro. Por isso, não teria direito a participar do pódio, em que o time brasileiro dividiu espaço com os campeões, dos Estados Unidos, e Cuba, que ficou com a medalha de bronze.
Cláudio foi informado que receberia a medalha posteriormente. Com o retorno para o Brasil para a comemoração do feito, seria entregue em solo brasileiro. Mas não foi.
Meses mais tarde ele procurou informações sobre a medalha, mas foi informado que a entrega era responsabilidade do Comitê Organizador daquela edição dos Jogos. Cláudio não fez pressão e optou por esperar.
"Por que não subir todos ao pódio, inclusive os reservas? É assim no futebol, no basquete, no vôlei. Todo mundo sobe ao pódio e recebe sua medalha. Eu fiquei imaginando que a minha medalha iria vir com eles. Mas isso não aconteceu", disse Cláudio ao Globoesporte.com.
Ele seguiu competindo e, após a participação nos Jogos Pan-Americanos de 2003, recebeu um broche do COI (Comitê Olímpico Internacional) destinado apenas a medalhistas olímpicos. Seria uma forma de reparar a injustiça.
Ele ainda participou das Olimpíadas de 2004 e 2008, em seguida encerrou a carreira. Em 2016, André Domingos e Arnaldo Oliveira, colegas de atletismo, comovidos com a situação, produziram uma réplica da medalha e entregaram ao amigo com autorização da CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo).
Até que, no ano passado, Cláudio recebeu contato de Marco Antonio La Porta, vice-presidente da atual gestão do COB (Comitê Olímpico Brasileiro), que o levou até Jorge Bichara, diretor de esporte do comitê.
Após insistência do órgão nacional, o COI entendeu que Carlos deverá receber a medalha, também um novo broche e um diploma de medalhista olímpico. A entrega está programada para entre agosto e setembro.
O brasileiro foi informado na última semana que receberá a medalha, duas décadas após participar da Olimpíada.

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