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Investigação

Presidente do Senado sai em defesa de Bebianno

Gustavo Bebianno pode ser um dos alvos de um inquérito para apurar suspeitas de desvios de recursos do Fundo Partidário destinados ao PSL por meio de supostas candidaturas laranjas nas eleições de 2018

Publicado em 15 de Fevereiro de 2019 às 00:34

Publicado em 

15 fev 2019 às 00:34
Davi Alcolumbre, novo presidente do Senado Crédito: Windows)
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (MDB-AP), saiu em defesa nesta quinta-feira, 14, do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, que pode ser um dos alvos de um inquérito para apurar suspeitas de desvios de recursos do Fundo Partidário destinados ao PSL por meio de supostas candidaturas laranjas nas eleições de 2018. Bebianno presidiu o partido durante o período eleitoral. Alcolumbre disse que Bebianno não tinha "obrigação" de acompanhar "tantas candidaturas" no País.
"Eu tenho acompanhado pelo imprensa. Prestei atenção em uma parte da entrevista do ministro Bebianno em relação ao partido. Eu acho que conduzir mesmo um Brasil com tantas candidaturas não era obrigação do ministro Bebianno. Não sou advogado dele, não estou aqui para defender o ministro, mas acho que é uma questão partidária. O PSL vai ter que falar sobre isso", afirmou.
Ainda assim, Alcolumbre não seguiu o discurso do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e minimizou os impactos da crise no Parlamento, em meio à chegada da reforma da Previdência no Congresso.
"Eu não vejo assim", disse quando questionados sobre os efeitos do escândalo na reforma da Previdência. "a questão do ministro Bebianno é uma questão de governo. Ele foi nomeado pelo presidente da República, não foi por um senador ou por um deputado. Não é uma coisa do Parlamento", disse.
O presidente do Senado também não quis tratar a crise como um problema do Palácio do Planalto, chamou o caso de "problema de relação pessoal". "Eu acho que isso é um problema do governo, não é um problema do Senado, minha opinião pessoal. Acho que é um problema de relação pessoal familiar. E o governo tem que decidir esse problema. Esse problema não foi criado pela Câmara e pelo Senado", disse.

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