Sair
Assine
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

honorários

PF faz buscas no escritório do advogado do esfaqueador de Bolsonaro

Objetivo da ação é descobrir quem pagou honorários do advogado Zanone Manoel de Oliveira Júnior, defensor de Adélio Bispo de Oliveira

Publicado em 21 de Dezembro de 2018 às 14:45

Redação de A Gazeta

Publicado em 

21 dez 2018 às 14:45
Adélio Bispo foi preso acusado de esfaquear Bolsonaro Crédito: Reprodução de TV
A Polícia Federal está fazendo nesta sexta, 21, buscas no escritório do advogado Zanone Manoel de Oliveira Júnior, que defende Adélio Bispo de Oliveira, o esfaqueador de Jair Bolsonaro. O objetivo da ação, segundo a PF, é descobrir quem pagou os honorários do advogado.
A PF estendeu as buscas para além do escritório de Zanone. Agentes vasculham outros endereços ligados ao advogado, como sua própria residência e empresas.
Adélio foi preso na tarde de 6 de setembro, logo depois de esfaquear o então candidato à Presidência, que fazia campanha em uma rua do centro de Juiz de Fora, em Minas. Bolsonaro teve de ser internado e passou por duas cirurgias.
O agressor é réu na Justiça Federal de Juiz de Fora. O Ministério Público Federal o denunciou por violação ao artigo 20 da Lei de Segurança Nacional – ‘atentado pessoal por inconformismo político’.
“Adélio Bispo Oliveira agiu, portanto, por inconformismo político. Irresignado com a atuação parlamentar do deputado federal, convertida em plataforma de campanha, insubordinou-se ao ordenamento jurídico, mediante ato que reconhece ser extremo”, afirmou o procurador Marcelo Borges de Mattos Medina.
Para o Ministério Público Federal, o esfaqueador pretendia ‘excluir Bolsonaro da disputa eleitoral de modo a determinar o resultado das eleições, não por meio do voto, mas mediante violência’.
O esfaqueador pode pegar uma condenação de até 20 anos de reclusão.
A PF finalizou um primeiro inquérito ainda em setembro e concluiu que Adélio agiu sozinho no dia do crime, motivado pelo ‘inconformismo político’.
Um segundo inquérito foi aberto para investigar os dados telefônicos e contatos mantidos por Adélio antes do atentado.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Por que dominar 'agachamento asiático' é fundamental para a saúde
Imagem de destaque
Análise: acordo com o Irã põe fim à guerra que revelou limites do domínio americano
Imagem de destaque
Mais segurança e conforto: 5 dicas para adaptar a casa ao envelhecimento

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados