A Gazeta portal de notícias do Espirito Santo

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Vínculos

Ministro italiano liga para Bolsonaro e agradece por Battisti preso

Matteo Salvini, do Interior, telefonou nesta segunda-feira, 14, para o presidente brasileiro e sugeriu encontro em breve

Publicado em 14 de Janeiro de 2019 às 14:41

Publicado em 

14 jan 2019 às 14:41
O ministro do Interior da Itália, Matteo Salvini Crédito: Guillaume Horcajuelo

O ministro do Interior da Itália, Matteo Salvini, telefonou a Jair Bolsonaro para ao presidente da República “por ter permitido concluir positivamente” a prisão de Cesare Battisti, que chegou a Roma na manhã desta segunda-feira (14). As informações são da agência de notícias Efe.

“Reiterei o enorme agradecimento em nome dos 60 milhões de italianos por ter permitido concluir positivamente o caso Battisti”, disse Salvini, em declaração enviada aos veículos de imprensa locais.

O ministro italiano disse também que, durante a conversa por telefone, ambos demonstraram vontade de se encontrar em breve na Itália ou no Brasil “para estreitar os vínculos entre nossos povos, nossos Governos e a nossa amizade pessoal”.

Battisti estava foragido desde 14 de dezembro, quando o então presidente Michel Temer autorizou sua extradição para a Itália um dia depois do ministro, Luiz Fux, do STF, suspender uma liminar que garantia sua permanência no Brasil.

No sábado, 12, foi preso por autoridades bolivianas. De cavanhaque e óculos escuros, o italiano foi abordado enquanto caminhava por Santa Cruz de la Sierra.

O governo brasileiro chegou a mandar um avião da Polícia Federal à Bolívia para trazer Battisti ao Brasil e extraditá-lo para a Itália, conforme promessa de campanha do presidente Bolsonaro. O governo italiano, no entanto, já havia decidido levar o ex-ativista diretamente para a Europa.

Em uma nota conjunta, os ministérios das Relações Exteriores e da Justiça brasileiros afirmaram que o importante era que o italiano respondesse por seus crimes.

Battisti, que era ligado ao grupo Proletário Armados pelo Comunismo, deixou seu país depois de ser condenado por quatro assassinatos cometidos entre 1977 e 1979.

Na Itália, foi primeiramente condenado por participação em bando armado e ocultação de armas a 12 anos e 10 meses de prisão em 1981. Mais tarde, em 1993, teve a prisão perpétua decretada pela Justiça de Milão.

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Acidente aconteceu na noite de domingo (25), no bairro Camata
Motociclista diz que viseira embaçou antes de atropelar mãe e filha no ES
Flávio Bolsonaro (PL) discursa ao lado de retrato do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, durante evento de campanha em Goiânia
Em carta divulgada por aliados, Flávio Bolsonaro se diz presidente eleito do Brasil após chegar aos EUA fugido
Neymar e Rodrigo Nestor
Neymar tem suspensão aumentada após ser expulso por Lei Vini Jr e só deve jogar mais 3 partidas no ano

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados

Fale com a gente

Escolha o canal de sua preferência para assinar A Gazeta ou tirar dúvidas.