Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Eleições 2018

Barrado como vice de Bolsonaro, general diz que vai sair do PRP

Augusto Heleno afirmou que continuará ajudando na campanha do pré-candidato do PSL

Publicado em 18 de Julho de 2018 às 16:36

Publicado em 

18 jul 2018 às 16:36
General Augusto Heleno durante o seminário "Dez anos pela paz no Haiti", promovido pela ONU Crédito: UNIC Rio/Gustavo Barreto
Após o Partido Republicano Progressista (PRP) recusar a indicação do general da reserva Augusto Heleno para ser vice de Jair Bolsonaro (PSL), o general afirmou, nesta quarta-feira (18), que deve se desfiliar do PRP e que continuará ajudando na campanha do pré-candidato.
Apesar da assessoria do partido ter dito que o general Heleno seria candidato ao Senado pelo Distrito Federal, ele negou que será candidato para qualquer outro cargo.
"Não tem porque ficar filiado, eu não vou ser candidato nem a deputado, nem a senador, nada disso. Então eu acho que é melhor eu voltar à minha situação de apartidário. Não adianta eu ter um compromisso com um partido pelo qual eu não tenho nenhuma ligação afetiva. É muito melhor eu ser apartidário como eu fui a vida inteira do que estar carimbado à um partido que não representa nada para mim", disse Heleno ao GLOBO.
O general alegou que tinha um compromisso de ajudar na campanha do pré-candidato Bolsonaro e que continuará colaborando com o candidato:
"Não é um interesse, eu tenho um compromisso de ajudar na campanha (do Bolsonaro). Nós temos reunida uma equipe de gente competente para estudar, traçar algumas ideias e coordenar toda essa movimentação, não só em torno de programa de governo mas depois, se der certo, em termos de como governar", afirmou.
Nesta quarta (18), o PRP recusou indicar o nome do militar para ser vice de Jair Bolsonaro em candidatura à Presidência da República. Na terça (17), Bolsonaro indicou que anunciaria Augusto Heleno como vice, mas não houve acordo.
Ao GLOBO, o general Augusto Heleno disse que ouviu e entendeu as justificativas do presidente do PRP sobre o motivo de vetarem a indicação de seu nome para ser vice de Bolsonaro e disse ainda que não se sentiu "afetado" pela decisão da sigla.
"O fato do partido aprovar a minha candidatura implicaria uma aliança nacional. O que o presidente do partido me colocou, e achei que ele tinha toda a razão, é que ele já tem todos os seus contatos feitos nos diretórios regionais. Muitas vezes esses contatos não estão alinhados com os interesses dos PSL, então poderia haver um choque de interesses. Como não é minha ambição, não é minha pretensão, nunca pleitei isso, não me afetou em nada", concluiu.
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Veículo atinge poste na Praia de Camburi, em Vitória
Colisão entre dois carros termina com um deles atingindo poste na Dante Michelini
Imagem de destaque
Como derretimento de gelo na Groenlândia faz baleias migrarem para áreas antes inacessíveis
Acima: João Calmon, Gerson Camata, José Ignacio Ferreira, Magno Malta, Ricardo Ferraço e Marcos do Val. Abaixo: Fabiano Contarato e Renato Casagrande
ES nunca elegeu dois senadores de esquerda e centro-esquerda de uma vez. Será agora?

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados