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Morre o músico cachoeirense Marcos Viana Resende, sogro deIsis Valverde

Cachoeirense morava em Portugal e lutava contra um câncer

Publicado em 12 de Novembro de 2020 às 20:42

Redação de A Gazeta

Publicado em 

12 nov 2020 às 20:42
Morreu nesta quinta-feira (12), o pianista Marco Viana Resende, de 73 anos. Nascido em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santp,  Marco morava em Portugal e lutava contra um câncer. Sua morte foi informada pelas redes sociais da atriz Isis Valverde, que lamentou a perda. O músico é pai do marido da artista, André Resende. Ele deixa quatro filhos e um legado na música.
Em sua rede social no Instagram, Isis compartilhou uma foto do sogro e escreveu: "Que Deus conforte o coração de todos vocês. Marcos, foi um enorme prazer te conhecer. Sogro puro talento", escreveu na publicação.
Isis Valverde publica homenagem ao sogro, o cachoeirense Marco Viana Resende, que morreu de câncer aos 73 anos
Isis Valverde publica homenagem ao sogro, o cachoeirense Marco Viana Resende, que morreu de câncer aos 73 anos Crédito: Instagram/@isisvalverde
A família também publicou nas redes sociais que uma missa na Igreja da Encarnação em Lisboa, Portugal, acontece nesta quinta-feira (12), às 19h. A cerimônia de partida nos Olivais acontece na sexta-feira (13), às 10h20.
Marco é filho do professor Wilson Lopes Resende e dona Zoira. O músico possui discos lançados no Brasil, em Portugal e França. Há mais de 40 anos fazia sucesso com música instrumental, em especial, o jazz.
Entre suas obras, está "Tributo a Roberto Carlos" e "Abrolhos". Além de grandes músicos brasileiros, Marcos já dividiu o palco com nomes como Dexter Gordon e o Modern Jazz Quartet.
Em 1963, se mudou para Friburgo, no Rio de Janeiro, para estudar na Fundação Getúlio Vargas – Colégio Nova Friburgo e não voltou a viver na sua terra natal. Em 1966, embarcou para Portugal para cursar medicina.
Em 1991 foi nomeado Cachoeirense Ausente, título criado pelo poeta Newton Braga - irmão do cronista Rubem Braga – como forma de homenagear os conterrâneos que, mesmo morando em outros locais, mantinham forte ligação com Cachoeiro de Itapemirim.

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