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FISCALIZAÇÃO

Vila Velha monitora redes sociais para evitar bailes "mandelas"

O setor de inteligência da Guarda Municipal monitora eventos no Facebook e até mesmo grupos de conversa no Whatsapp onde as festas são anunciadas.
José Carlos Schaeffer

Publicado em 

06 mai 2019 às 23:55

Publicado em 06 de Maio de 2019 às 23:55

Baile Mandela Crédito: Reprodução/Gazeta Online
Desde o início do ano, quando duas pessoas morreram e mais de dez ficaram feridas durante um tiroteio em um baile funk clandestino no bairro Primeiro de Maio, em Vila Velha, ações de fiscalização foram intensificadas para não permitir que eventos irregulares como aquele aconteçam no município. Para tentar evitar que sejam realizados os bailes “mandela”, como são conhecidos, o setor de inteligência da Guarda Municipal monitora eventos no Facebook e até mesmo grupos de conversa no Whatsapp onde as festas são anunciadas.
A prefeitura afirma que por conta da intensificação dos trabalhos, os organizadores também mudaram alguns comportamentos. Antes, a maioria das festas eram marcadas em páginas abertas na internet e realizadas no meio da rua. Agora, eles marcam os eventos em grupos fechados do Facebook e até mesmo no Whatsapp para inibir fiscalização. Outra tentativa é realizar as festas em estabelecimentos fechados.
Vila Velha monitora grupos de Whatsapp para evitar bailes mandelas
O secretário de Defesa Social e Trânsito de Vila Velha Oberacy Emmerich afirma que apesar de todas as mudanças, isso não muda o trabalho da prefeitura e que as fiscalizações continuam acontecendo normalmente.
“Nós temos o trabalho de inteligência que é feito em todas as redes sociais, no Facebook, no Whatsapp. Em todas elas temos o pessoal que faz o monitoramento. Eles migraram para outro tipo de festa, fazendo indoor, dentro de estabelecimentos. Nós continuamos fazendo a fiscalização, fazendo a inteligência funcionar observando como as festas são feitas. Quando é feita internamente em um estabelecimento que está regularizado, não tem problema. Quando é feito de forma ilegal, em estabelecimentos ilegais, nós temos que agir”, explicou.
Após a identificação, uma comissão é enviada para fazer a fiscalização dos eventos irregulares. A equipe é formada por fiscais de Posturas, da Vigilância Sanitária, Obras, Finanças e de Meio Ambiente, que atuam com apoio de agentes da Guarda Municipal e de guarnições da Policia Militar. Havendo irregularidades, são feitas notificações e o evento é encerrado. Em casos mais graves, o local pode até ser fechado. De acordo com a Guarda Municipal, em 2019 mais de 60 bailes funk clandestinos foram impedidos de ser realizados, e cinco estabelecimentos foram interditados.
“Nós, em Vila Velha, felizmente não temos tido mais nenhum problema relacionado a essas festas nas ruas. Vamos continuar fazendo a fiscalização. Aqueles que forem coerentes e buscarem a prefeitura para se legalizar, nós vamos permitir dentro de determinadas condições. Aqueles que não procurarem, dentro do trabalho de inteligência vamos continuar fiscalizando e se for o caso multando e interditando”, disse.
Segundo levantamento do serviço de inteligência da Guarda Municipal de Vila Velha, as principais festas clandestinas de funk no município são realizadas nos bairros de Primeiro de Maio, Cobi de Baixo, Santa Rita, Boa Vista, Ilha dos Ayres, Jaburuna, Divino Espirito Santo, Soteco, Ilha das Flores, Argolas, Zumbi dos Palmares e Alecrim.

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