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Vídeo de baleias perto da Terceira Ponte é antigo

De acordo com o projeto "Amigos da Jubarte", gravação foi registrada há pelo menos oito anos

Publicado em 24 de Abril de 2019 às 20:18

Isabella Arruda

Publicado em 

24 abr 2019 às 20:18
Baleias jubarte foram vistas nesta quarta-feira (24) no litoral capixaba? Crédito: Reprodução
Um vídeo que passou a circular nesta quarta-feira (24) nas redes sociais, em especial por meio do Whatsapp, em que duas baleias aparecem nadando na região do canal do porto, entre Vitória e Vila Velha, acabou viralizando. Nele, um grupo de pessoas em uma embarcação aparece se aproximando dos animais.
De acordo com o projeto "Amigos da Jubarte", apesar de o registro ser real, não se trata de um fato atual, mas de oito anos atrás. Além disso, a espécie marinha em questão é a baleia franca, um animal que costuma chegar mais próximo da costa. Os responsáveis pela informação chegaram a alertar sobre possível abuso por meio das pessoas que aparecem na imagem: "o condutor da lancha passa muito perto das baleias, em um ato impróprio", alertou Thiago Ferrari, ambientalista e coordenador do projeto.
TEMPORADA PRECOCE EM 2019
Ainda de acordo com o especialista, a temporada habitual das jubartes vai de junho a novembro. No entanto, três dias atrás houve a confirmação de relatos de encalhe destas baleias no estado de São Paulo. "É possível que a temporada delas comece de forma precoce, já no início de maio por aqui pelo estado. Com relação às francas, elas seguem a mesma temporada, mas não são tão comuns aqui, indo mais para o sul do Brasil", relatou.
As baleias vêm para o hemisfério sul para se reproduzir, procurando águas mais calmas. As francas, segundo Thiago Ferrari, são mais solitárias, e já foram vistas no Espírito Santo, como no caso do vídeo que viralizou, bem como na região de Regência, no município de Linhares. Esta espécie é conhecida por se aproximar muito da praia, chegando a 50 metros de distância da areia. "Essa proximidade das pessoas gerou muitos problemas em Santa Catarina, graças ao turismo de aproximação, em as pessoas estavam abusando. Houve casos de pessoas subirem na baleia, fazendo com que o Ministério Público viesse a  proibir a observação", concluiu. 

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