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Crime no Hucam

'Parece um pesadelo que nunca vai acabar', diz irmão da médica Milena

Douglas Gottardi, 37 anos, falou sobre a rotina da família após o assassinato da irmã, a médica
Redação de A Gazeta

Publicado em 

14 ago 2018 às 10:10

Publicado em 14 de Agosto de 2018 às 10:10

Douglas Gottardi diz que a família passa por adaptação Crédito: Bernardo Coutinho
A morte da médica trouxe sofrimento e muitas transformações na vida de toda a família, principalmente para as filhas da médica. Atualmente, todos moram em Fundão, na Região Metropolitana, numa casa duplex. Zilca Gottardi mora no andar de baixo e Douglas Gottardi, 37, a esposa e as meninas, no segundo piso.
“A gente optou por colocar a menina menor numa escola perto de casa. Quando ela crescer, se continuarmos em Fundão, vamos colocar na mesma escola da outra. A mais velha estuda em Aracruz, a escola tem o mesmo padrão da outra que ela frequentava em Vitória. Ela está conseguindo levar bem a situação”, afirma Douglas.
Para ajudar no orçamento familiar, ele usa o dinheiro da pensão de Milena e também entrou na Justiça para que Hilário, pai das duas meninas, passe a pagar pensão. Um outro complemento para a renda seria do aluguel do apartamento onde a médica morava, na Praia do Canto, em Vitória. A Justiça já liberou que o imóvel seja alugado.
“Elas tinham um padrão de vida um pouco elevado, a mãe tinha uma condição confortável. Estudavam em horário integral numa escola boa de Vitória. A gente sabe que, em relação ao salário, a pensão no INSS tem valor bem menor. Com a pensão não conseguiria mantê-las na mesma escola fazendo todas as atividades que fariam”, ressaltou.
Apesar de estarem morando na mesma cidade onde vive a família de Hilário Frasson e do avô, Esperidião Frasson, acusados de serem os mandantes do crime, a única coisa que ainda mantém o contato dos dois lados são as netas. Quando os familiares paternos querem ver as meninas, a avó e tios ligam marcando horário para que o encontro ocorra.
Douglas destacou que todos estão em fase de adaptação. “Estamos passando por um processo, como se fosse uma adoção, tomando conta, fazendo papel de pai e de mãe. Não é um processo que acontece de uma hora para outra, estamos nos adaptando. Tem dia que estamos melhor, tem dia que o sentimento é de revolta pelo que fizeram com Milena. Parece que é um pesadelo que nunca vai acabar”, diz.

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