Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Capixaba
  • GV
  • Médicos que se passavam por especialistas são denunciados pelo MPES
Nova Venécia

Médicos que se passavam por especialistas são denunciados pelo MPES

O MPES prevê multa e indenização de R$ 500 mil por danos morais coletivos, além de R$ 10 mil para cada paciente que se sentir lesado

Publicado em 14 de Fevereiro de 2019 às 20:23

Publicado em 

14 fev 2019 às 20:23
Médicos em Nova Venécia são denunciados pelo MPES por se passarem por especialistas Crédito: Pexels
Três médicos que atuam em clínica de Nova Venécia, no Norte do Estado, foram denunciados pelo Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES) pela prática de publicidade enganosa. Apesar da graduação em medicina, os profissionais não possuem registro de qualificação para as especialidades que ostentavam, quais fossem as de endocrinologista, ortopedista e dermatologista.
Eram veiculados em todas as mídias anúncios que induziam os pacientes a acreditar que de fato estavam sendo atendidos por profissionais com residência médica. Desde o nome da clínica onde atendiam, que aludia às especialidades, até as redes sociais utilizadas, tudo era projetado para passar impressão de veracidade.
Mesmo diante de notificação anterior pelo Ministério Público, com assinatura de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) por duas das envolvidas e posterior anulação do acordo, a prática abusiva não foi corrigida. Para garantir que fossem evitados danos aos clientes, foi realizada a denúncia e proposta uma segunda Ação Civil Pública (ACP) contra o ato dos médicos. 
Diante dos fatos, o órgão ministerial prevê multa e indenização de R$ 500 mil por danos morais coletivos, além de R$ 10 mil para cada paciente que se sentir lesado, bem como a obrigação de que toda a propaganda veiculada com o teor questionado seja retirada de circulação. Além disso, o MPES ainda pede, na ação judicial, que seja feita a contrapropaganda, ou seja, que os médicos divulguem que durante o tempo em que atendiam como especialistas estavam, na verdade, praticando ato ilícito.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Herbert Henrique de Sousa, de 41 anos, se envolveu em uma confusão que terminou com uma mulher baleada em uma distribuidora no Bairro Laranjeiras, na Serra
Policial e amigo envolvidos em briga que acabou com mulher baleada são presos na Serra
O movimento pelo fim da escala de trabalho 6x1 está sendo realizado em todo o país
Trabalhar para viver e não viver para trabalhar
Imagem de destaque
Tarot do dia: previsão para os 12 signos em 01/05/2026

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados