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Há 80 anos, avião caiu no Batalhão do Exército e deixou feridos no ES

A aeronave Waco-Cabine C-57, que saiu do Rio de Janeiro, ficou com a hélice presa em fios de energia, ao tentar lançar uma mala com correspondência na área do quartel

Publicado em 13 de Junho de 2019 às 20:01

Publicado em 

13 jun 2019 às 20:01
Avião caiu no 38° Batalhão de Infantaria, em Vila Velha Crédito: Cedoc | Rede Gazeta
Há 80 anos, no dia 12 de maio de 1939, o 38º Batalhão de Infantaria do Exército, localizado na Prainha, em Vila Velha, foi palco de um acidente aéreo que deixou feridos. A aeronave do exército, Waco-Cabine C-57, que havia saído do Rio de Janeiro, ficou com a hélice presa em fios de energia, ao tentar lançar uma mala com correspondência na área do quartel, em Vila Velha.
De acordo com publicação de A Gazeta, à época, dentro da aeronave estavam o tenente Hildebrando Miranda - que pilotava o avião - com os tripulantes, Antenor Augusto de Carvalho, Maurílio Freire e Paulo Freire.
Campo do 38º Batalhão de Infantaria, em Vila Velha Crédito: Sidney Magno Novo/GloboEsporte.com
O avião iria lançar uma mala, quando uma manobra fez a aeronave atingir em cheio nos fios. O piloto perdeu o controle do avião, o motor se desligou, e foi tentada uma aterrissagem forçada em um campo do quartel, mas os esforços foram em vão. A aeronave atingiu um telhado, invadindo um alojamento, onde estavam descansando alguns oficiais. Não foi divulgado o número oficial de feridos.
Todas as manobras efetuadas pelo aviador foram, angustiosamente, acompanhadas em terra por vários oficiais, desde o momento em que a hélice se embaraçou no fio
Noticiário de A Gazeta
PRIMEIROS SOCORROS
Após o acidente, alguns oficiais foram até ao alojamento para prestar atendimento às vítimas, que foram retiradas dos escombros. O piloto foi socorrido e levado à enfermaria dos oficiais para ser atendido pelo médico Dório Silva. 
No Hospital da Polícia Militar, onde Antenor Augusto ficou internado, ele contou que, ao atingir o ponto entre o Convento da Penha e o Morro do Moreno, ele percebeu algo de estranho e sentiu que o avião ia cair.
"Quando todos já tínhamos o desastre como irremediável, notei no campo do quartel o pânico que se estabelecera, pois víamos vultos que corriam em todas as direções, o que importava dizer que era angustiosa a nossa situação, pois todos os tripulantes e assistentes esperávamos somente o choque", disse Antenor ao jornal. 
A equipe do Gazeta Online entrou em contato com o Batalhão de Infantaria para obter mais detalhes do acidente, mas, por meio de nota, a assessoria informou que não há informações sobre o caso nos acervos do local. 
38º Batalhão de Infantaria (BI) na Prainha, em Vila Velha Crédito: Fernando Madeira

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