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Agronegócio

ES facilita importação de milho para produtores de aves e suínos

Medida foi anunciada na manhã desta quarta-feira (03). Segundo Renato Casagrande, medida vai dar mais competitividade para as empresas do setor

Publicado em 03 de Junho de 2020 às 12:49

Redação de A Gazeta

Publicado em 

03 jun 2020 às 12:49
Governo vai facilitar a importação de milho para a suinocultura
Governo vai facilitar a importação de milho para a suinocultura Crédito: feraugustodesign Pixabay
O governo do Estado anunciou duas medidas para beneficiar os produtores de proteínas no Espírito Santo. A primeira é o diferimento do ICMS na importação do milho, a segunda é que não vai ser mais permitida a substituição tributária para empresas que trouxerem carne de fora do Estado.
O anúncio das duas medidas foi feito na manhã desta quarta-feira (03) em um pronunciamento on-line do governador Renato Casagrande e dos secretários de Fazenda, Rogelio Pegoretti, e Agricultura, Paulo Foletto.
Segundo Casagrande, as medidas ajudam os produtores que precisam comprar milho e também a indústria de carne. “São medidas importantes para a gente possa aumentar a competitividade da indústria no Espírito Santo”, resumiu o governador.
De acordo com o secretário da Fazenda, o Espírito Santo não produz milho o suficiente para atender a demanda dos produtores – principalmente de aves e suínos. “No caso da importação de milho, há uma necessidade de tributação na entrada do produto aqui no Estado. Com o decreto, não haverá cobrança nenhuma de ICMS quando ele for importado”, explicou Pegoretti.
O secretário também detalhou a segunda medida. “Ela é para dar mais competitividade para a nossa indústria local de carne. Não será mais permitido o credenciamento como substituto tributário da compra de carnes de fora do Estado. As empresas que trouxerem carne de fora do Estado precisarão pagar a substituição tributária antecipadamente, na entrada do produto. Isso vai dar mais competitividade para os nossos frigoríficos e para a nossa produção local”, acrescentou.
Paulo Foletto comemorou as ações. “Essas medidas são boas para o Espírito Santo, para quem produz e para quem trabalha aqui. Incentiva a turma a investir no Estado porque o investidor vê que quando pleito faz sentido e não é algo individual o governo analisa e toca em adiante”, resumiu o secretário de Estado da Agricultura.

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