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Ato nacional

Entregadores de aplicativo pedem melhorias para a categoria em protesto em Vitória

Composta por ciclistas e motociclistas, categoria faz manifestação nas ruas da Capital e pede melhores condições de trabalho e aumento da remuneração por parte das empresas

Publicado em 01 de Julho de 2020 às 11:03

Redação de A Gazeta

Publicado em 

01 jul 2020 às 11:03
Entregadores de aplicativo fazem manifestação pedindo melhores condições de trabalho e remuneração, em Vitória, nesta quarta-feira (1)
Entregadores de aplicativo fazem manifestação pedindo melhores condições de trabalho e remuneração, em Vitória, nesta quarta-feira (1) Crédito: Fernando Madeira
Entregadores que trabalham por aplicativos fazem uma manifestação em Vitória na manhã desta quarta-feira (1º). A categoria pede melhorias nas condições de trabalho e na remuneração por parte das empresas. O ato faz parte de um movimento nacional, realizado em várias cidades do país.
Depois de se concentrarem na Praça Regina Frigeri Furno, em Jardim da Penha, os trabalhadores saíram em passeata pelas ruas do bairro. Segundo a organização, cerca de 40 ciclistas e motociclistas participam do ato que tem como destino a Reta da Penha, também na Capital, onde ficam sediados os escritórios das principais empresas do segmento. Eles ocupam uma faixa da via.
Entre as demandas dos entregadores está o reconhecimento do vínculo empregatício por parte das empresas, a criação de um auxílio-alimentação; seguro de roubo, acidente e vida; aumento do valor por quilômetro e fim dos bloqueios indevidos.
Entregadores de aplicativo fazem manifestação pedindo melhores condições de trabalho e remuneração, em Vitória, nesta quarta-feira (1)
Entregadores de aplicativo fazem manifestação pedindo melhores condições de trabalho e remuneração, em Vitória, nesta quarta-feira (1) Crédito: Fernando Madeira
Segundo um dos organizadores do movimento e integrante do coletivo Entregadores Antifascistas, Victor Lemão, o objetivo do ato é causar um impacto social e pedir por mais direitos para a categoria.
“Sabemos que isso não vai afetar a empresa de uma grande forma, só se tivesse uma adesão de grande parte dos trabalhadores. Porém, o impacto social que um movimento na rua causa é gigante. Ainda mais pela rota que estamos fazendo, vamos parar em frente aos prédios das empresas, e é um ato simbólico. Para mostrar que estamos reivindicando. Mesmo pequeno, é um movimento que faz parte de uma mobilização nacional”, disse.
A Guarda Municipal de Vitória informou à reportagem que realizou o monitoramento de toda a manifestação, que foi encerrada por volta do meio-dia, nas proximidades da Reta da Penha. 

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