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Preservação ambiental

Visitação na Ilha de Galhetas está proibida, diz secretário

Para acessar a Ilha de Galhetas é preciso autorização da secretaria de Meio Ambiente de Vitória
Redação de A Gazeta

Publicado em 

18 jan 2018 às 21:26

Publicado em 18 de Janeiro de 2018 às 21:26

Ilha das Galhetas fica a 114 metros da costa de Vitória, na Ilha do Boi Crédito: Eco Vertical/Divulgação
A visitação na Ilha de Galhetas, que  foi tema de uma matéria no site Gazeta Online nesta quarta-feira (17), está proibida, de acordo com o secretário de Meio Ambiente de Vitória. Segundo Luiz Emanuel Zouain, com base na lei municipal 899.3/2016, não é permitido o desembarque nas ilhas costeiras de Vitória sem autorização da Secretaria Municipal de Vitória e dos órgãos públicos de controle e fiscalização.
O secretário informou que somente membros autorizados podem ir até a Ilha de Galhetas, que é composta pela Ilha Galheta de Dentro e Ilha de Galheta de Fora e fica a 114 metros da Ilha do Boi, na capital capixaba. 
"A Ilha de Galhetas é um local de paragem, acasalamento e desova das andorinhas marinhas, então não é permitido que pessoas que não estejam autorizadas por lei desembarquem no local. Quem deseja ir ao lugar, precisa pedir permissão à Secretaria de Meio Ambiente do município. A nossa intenção não é que nunca mais haja visitação, mas é preciso frisar que quando a visitação de pessoas for permitida, ela precisa ser acompanhada por integrantes dos órgãos de fiscalização e proteção", explicou. 
Na lei, o artigo 2º fala que a proibição do desembarque é de março a outubro. No entanto, no artigo 7º, a lei menciona que : "no período permitido, a visitação deverá seguir definições de zonas de restrição ou capacidade de suporte, áreas liberadas e percursos abertos à visita definidas pela secretaria de Meio Ambiente a cada ano, devido à localização de ninhos de aves marinhas."
A empresa Eco Vertical, que começou a oferecer passeio para a Ilha de Galhetas em outubro, afirmou que não tinha conhecimento que neste período do ano existe a proibição para a visitação do local. Segundo um dos proprietários, Marloyllner Fernandes, a empresa garantiu que vai se informar sobre a Lei Municipal. 

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