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Porto Novo

Cão é resgatado em condições precárias e tutora é multada em R$ 3 mil em Cariacica

A mulher, que é diarista, disse que Sheik está na casa há 14 anos, mas como ele costumava fugir enquanto ela estava no trabalho, ela decidiu amarrá-lo do lado de fora da casa

Publicado em 28 de Fevereiro de 2024 às 19:00

Redação de A Gazeta

Publicado em 

28 fev 2024 às 19:00
Diarista confirma que deixou cachorro doente abandonado na calçada de igreja
Diarista confirma que deixou cachorro doente abandonado na calçada de igreja Crédito: CPI deos Maus-Tratos
A tutora do cachorro Sheik, que foi deixado amarrado ao portão de uma igreja desativada em 20 de fevereiro, no bairro Porto Novo, em Cariacica, confessou ter deixado o animal na calçada. A declaração aconteceu nesta quarta-feira (28) durante depoimento a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Maus-Tratos contra os animais.
A mulher, que é diarista, disse que o cachorro está na casa há 14 anos, mas como ele costumava fugir enquanto ela estava no trabalho, ela decidiu o amarrar o animal do lado de fora da casa. A CPI informou que ela contou que vizinhos reclamavam que Sheik espalhava carrapato e acredita que podem ter feito maldade com ele.
“Não fomos nós que machucamos o Skeik, eu estava curando das feridas dele. Forrei um paninho na calçada, botei água e comida, peguei uma corda grande e prendi ele para que não fosse para a porta dos outros sujar. Não deixei na minha casa porque o quintal é de barro e ele estava com ferida, podia piorar”, alega a diarista.
A equipe da CPI encontrou o cachorro sem água e comida, completamente debilitado, com feridas expostas e muito doente. A prefeitura levou o cão para o Hospital Veterinário e multou a tutora em 3 mil reais. Após o depoimento, a CPI constatou crime de maus-tratos e informou que "tudo que foi apurado vai ser encaminhado para a Polícia Civil para que um inquérito seja instaurado".
“Ficou claro que houve crime de maus-tratos. Quando o animal estava jovem, era bem tratado, mas depois que envelheceu, a família desprezou o bichinho, colocou ele na porta da igreja para morrer. Agora o animal está melhor, poderá ser entregue a uma família ou ficar no hospital para ter qualidade de vida no final de sua existência”, afirma a deputada Janete de Sá, que preside a CPI.

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