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Luto na arte

Morre o ator e diretor capixaba Wilson Nunes aos 56 anos

Enterro será às 16h30 desta terça (16) na Serra

Publicado em 16 de Julho de 2019 às 11:59

Pedro Permuy

Publicado em 

16 jul 2019 às 11:59
O ator, diretor e produtor cultural Wilson Nunes Crédito: Reprodução/Facebook Wilson Nunes
Morreu nesta terça-feira (16) o ator, diretor, produtor, dramaturgo e historiador Wilson Nunes, aos 56 anos, em Vitória. O velório acontece a partir do meio-dia, no Cemitério Jardim da Paz, no bairro Civit II, na Serra. O enterro será no mesmo local, às 16h30.
Segundo Roberta Nunes, sobrinha do ator, Wilson deixa duas irmãs e três sobrinhas, além de amigos que fez em grande parte do País com o sucesso que colecionou nos palcos. Questionada, ela preferiu não detalhar a causa da morte do tio. Para ela e o restante da família, ele será lembrado pelo caminho que trilhou na arte e alegria.
Fonte próxima da família confidenciou que Wilson enfrentava um enfisema pulmonar. A notícia da doença foi divulgada por ele a poucas pessoas há cerca de um mês, segundo a fonte.
O agitador cultural José Luiz Gobbi trabalhou com Wilson em algumas peças como "Hello, Creuzodete" e suas continuações. Depois de ver o colega de profissão se destacar, ele o convidou para fazerem alguns projetos juntos e, desses episódios, tem só boas memórias: "Era muito responsável com o trabalho, muito brincalhão e um ator que se destacava".
Gobbi lembra que, depois disso, os dois mantiveram um contato regular como dois amigos de profissão. Ele conta que um ia aos espetáculos do outro e prestigiavam a cena cultural local. "Era um artista que produzia. E toda vez que morre um artista, alguém da arte, uma luz se apaga na Terra e outra acende no céu. É o ciclo", conclui.
HISTÓRICO
Wilson Nunes começou a carreira de ator em 1982. Antes disso, já tinha tido a experiência de subir ao palco. Em 1980, ganhou um concurso como cantor em um festival de música de Santa Teresa, região Serrana do Espírito Santo, como intérprete da canção "Quadrilha do Arraiá". No palco, seu primeiro trabalho oficial foi no teatro, com a peça "O Gato Playboy", de Paulo Pinheiro.
Na década de 1990, depois de ter tido contato até com comerciais em vídeo, ele estrelou ao lado de Marlon Christie, Tadeu Schneider e Gilberto Helmer em "Os Gatos do Beco", escrito e dirigido por Alvarito Mendes Filho. Nesse meio tempo, também trabalhou com Milson Henriques e José Luiz Gobbi.
A partir de 2010, Wilson voltou aos palcos atuando em "Minha Empregada é de Matar 3 - 10 Anos Depois", em uma trama que contava a história de uma socialite que queria ser política e suas peripécias. No ano seguinte, o ator - que já lecionava - também se consagrou no mercado como professor, dando aulas em instituições artísticas e particulares. 
(Com informações do site Teatro Capixaba)

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