Mais de três milhões de visualizações em um clipe e uma trajetória de 21 anos na música que já acumula 12 álbuns e 3 DVDs. Assim poderia ser resumida a carreira de Elias Wagner, de 51 anos. Mas a história do capixaba vai muito além dos números.
Nascido na cidade de Rio Bananal, no Norte do Espírito Santo, e hoje morador de Linhares, o cantor foi lançado no cenário nacional e passou a ser reconhecido em várias partes do país em 2016, quando gravou "Sou Igualzinho a Você" junto a Amado Batista. Porém, dez anos antes, ele já despontava para o sucesso aqui no Estado com "Eu Não Tomei a Gotinha", que vendeu 100 mil cópias em todo o Espírito Santo.
A música relata a história do próprio Elias. Aos dois anos de idade, o artista foi diagnosticado com paralisia infantil, o que provocou a perda dos movimentos das pernas, o que nunca foi um obstáculo em sua vida. Pelo contrário, o músico afirma que a deficiência fez com que ele fosse visto.
Agora com foco no digital, o cantor já é acompanhado por uma legião de fãs nas redes sociais. A música “A Dor Um Dia Vai Passar”, por exemplo, ultrapassou a marca de 3 milhões de visualizações desde seu lançamento em 2019. Além disso, as parcerias com artistas renomados o ajudaram a se lançar no cenário nacional, aumentando o público e o número de shows. Na entrevista, ele conta como começou na música, os desafios e os projetos para 2020.
Você é deficiente físico, como isso aconteceu?
Quando decidiu que iria seguir carreira na música?
Quais foram suas inspirações para se tornar cantor?
Como foi o primeiro show como cantor?
Já são quase 21 anos de carreira, como avalia essa trajetória?
A deficiência em algum momento foi um obstáculo para sua carreira?
Durante a carreira, sempre conseguiu se dedicar exclusivamente à música?
Na sua visão, o que foi determinante para alcançar o reconhecimento que você tem hoje?
Como muitos artistas, você também fez parcerias ao longo da carreira?
Como surgiu essa amizade com o cantor Amado Batista?
Você se tornou um artista conhecido nacionalmente, como avalia isso?
Com bastante experiência na música, como você avalia o mercado capixaba?
Quais são os projetos atuais?
O que os fãs podem esperar para 2020?
Qual o conselho você deixa para os fãs que se inspiram em você?