Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Editorial
  • Economia do Espírito Santo está pronta a voltar a crescer, mas...
Opinião da Gazeta

Economia do Espírito Santo está pronta a voltar a crescer, mas...

Bons ventos dos investimentos não encontram ainda um ambiente de negócios com proporcional receptividade

Publicado em 30 de Setembro de 2019 às 05:29

Públicado em 

30 set 2019 às 05:29

Colunista

O Espírito Santo ocupa a 3ª posição no ranking nacional de produtor do gás natural Crédito: Agência Petrobras

Os bons ventos dos investimentos já sopram na direção do Espírito Santo. Somente na semana passada, duas notícias conseguiram animar o setor de infraestrutura local, no embalo das oportunidades que se configuram com a abertura do mercado de gás, por conta da quebra do monopólio da Petrobras.

Nesse cenário, há a previsão de aplicação de mais de R$ 9 bilhões para a construção de 285 quilômetros de dutos, com a criação de 7 mil postos de trabalho, direcionados tanto para a obra quanto para a operação dessas estruturas. A expectativa é de que sejam colocados em funcionamento três novos gasodutos e duas unidades de processamento de gás no Estado.

Também foi noticiado que o leilão de energia a ser realizado em outubro pode impulsionar a instalação de uma planta de produção termelétrica, tendo o gás natural como matéria-prima, no Sul do Estado, para aproveitar a demanda de energia do Porto Central, em Presidente Kennedy. A expectativa é das maiores, dada a chance de estabelecer uma rentável cadeia produtiva.

São investimentos engatilhados que enchem os olhos, pelo potencial de aquecimento da economia capixaba. São a sinalização do despertar de novas possibilidades de negócios, adormecidos nesta década, com investidores se movimentando e identificando setores mais viáveis ao crescimento. Mas...

Esse entusiasmo – relevante, contudo pontual até agora - não encontra ainda um ambiente de negócios com proporcional receptividade. O Brasil dos discursos por mais competitividade e produtividade ainda não encontrou o Brasil das ações, pelo menos não com o empenho que se espera. Passos estão sendo dados no caminho da desburocratização, a MP da Liberdade Econômica é um destaque nesse sentido. Mas não há consolidação da confiança.

O que só é possível com estabilidade política e administrativa, que proporcione credibilidade ao país aos olhos do mercado externo. Com parâmetros de produtividade amparados por um ciclo de qualidade na educação. Com a simplificação tributária e equilíbrio fiscal. A receita é conhecida, falta colocá-la em prática de forma comprometida. O que se espera é menos promessas, menos espuma, menos confusão e mais ação.

{{ndFunctionFirstNotNull(post.original_author.attributes_map.descricao_de_colunista.value,post.original_author.biography)}}

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Anac descarta anormalidades no fluxo aéreo brasileiro
Gol nega cancelamento de voos em massa para o Nordeste
Imagem de destaque
Como a vitória da direita radical na Colômbia provocou mudanças na campanha de Lula no segundo turno
Imagem de destaque
Voto no exterior: veja os resultados por país e a apuração de Lula x Flávio no 2º turno das eleições 2026

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados

Fale com a gente

Escolha o canal de sua preferência para assinar A Gazeta ou tirar dúvidas.