Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Economia
  • Maia diz que meta flexível em 2021 é 'jabuticaba brasileira'
Críticas

Maia diz que meta flexível em 2021 é 'jabuticaba brasileira'

Após o alerta emitido pelo TCU ao governo por considerar que a meta fiscal flexível proposta para as contas públicas, presidente da Câmara realizou críticas à medida

Publicado em 03 de Dezembro de 2020 às 15:37

Redação de A Gazeta

Publicado em 

03 dez 2020 às 15:37
Presidente da Câmara dos Deputados, dep. Rodrigo Maia, concede entrevista coletiva sobre a atividade legislativa durante a crise causada pelo coronavírus
Presidente da Câmara dos Deputados, dep. Rodrigo Maia, concede entrevista coletiva sobre a atividade legislativa durante a crise causada pelo coronavírus Crédito: Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados
presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), criticou nesta quinta-feira (3), a meta flexível do ministro da Economia, Paulo Guedes, para as contas públicas e chamou a medida de "jabuticaba brasileira". "O que está me deixando impressionado é essa coisa de meta flexível que o Paulo Guedes está inventando. Primeira promessa que fizeram é que iam acabar com o déficit primário, agora, não querem meta para não ter de organizar contingenciamento. Isso é uma sinalização muito ruim", disse Maia ao chegar à Câmara.
Devido às incertezas provocadas pelos efeitos da pandemia de covid-19 sobre a arrecadação, o governo resolveu abandonar uma meta fixa de resultado primário no ano que vem (ou seja, um limite para o rombo nas contas públicas antes do pagamento das despesas com juros) e estabeleceu que seu objetivo central em 2021 será a diferença entre as receitas e as despesas, limitadas ao teto de gastos.
"A gente tem de aprovar a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) com uma meta, que o governo diga, como o Copom diz quando toma uma decisão sobre juros", afirmou. "Não ter meta, uma meta flexível é uma jabuticaba brasileira."
O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) emitiu um alerta ao governo por considerar que a meta fiscal flexível proposta para as contas públicas em 2021 não condiz com as exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Como o jornal O Estado de S. Paulo antecipou, após o alerta do TCU sobre a ilegalidade de uma meta flexível para as contas públicas, a equipe econômica vai definir uma meta fixa de resultado primário para 2021, como exige a LRF.
O TCU já avisou que o presidente Jair Bolsonaro poderá cometer crime de responsabilidade se não definir uma meta para o rombo nas contas públicas no ano que vem, antes do pagamento dos juros da dívida.
A meta de primário é o resultado das contas a ser perseguido pela equipe econômica e reflete a diferença entre receitas e despesas. Desde 2014, o Brasil tem déficit nas suas contas porque gasta mais que arrecada.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Virginia Fonseca encontra Anna Wintour nos EUA
Virginia Fonseca tromba com Anna Wintour em Nova York e registra encontro
Fila de bicicleta na subida da Ciclovia da Vida
Acidente deixa dois ciclistas feridos na Ciclovia da Vida, na Terceira Ponte
Imagem de destaque
Por que Irã 'vende' acordo com EUA como uma vitória

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados