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Gasolina tem aumento de 12% no terceiro reajuste do mês

O aumento segue a elevação das cotações internacionais do petróleo com o relaxamento das medidas de isolamento social em países europeus e Estados Unidos

Publicado em 20 de Maio de 2020 às 14:46

Redação de A Gazeta

Publicado em 

20 mai 2020 às 14:46
Vitória - ES - Posto de combustíveis vende o litro de gasolina por R$ 3,64 no Centro da capital
Posto de combustíveis vende o litro de gasolina por R$ 3,64 no Centro da capital Crédito: Vitor Jubini
No terceiro reajuste em duas semanas, a Petrobras elevará o preço de gasolina em 12% a partir desta quinta (21). O aumento segue a elevação das cotações internacionais do petróleo com o relaxamento das medidas de isolamento social em países europeus e nos Estados Unidos.
Somando os três reajustes, o preço da gasolina nas refinarias da Petrobras já tem alta acumulada de 38% desde o dia 7 de maio, quando a estatal interrompeu uma sequência de cortes e promoveu o primeiro aumento após o início da pandemia.
Com o novo aumento, o litro da gasolina sairá das refinarias da Petrobras a R$ 1,25. O repasse ao consumidor depende de políticas comerciais de postos e distribuidoras. Segundo a estatal, o preço de refinaria representa 19% do preço de bomba - o restante são margens e impostos.
Especialistas no setor dizem que, mesmo após a sequência de aumentos, o preço da gasolina no Brasil permanece menor do que as cotações internacionais. De acordo com dados do CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura), na última sexta (15) o preço interno da gasolina estava quase 30% abaixo do preço do Golfo do México.
A política de preços da Petrobras considera as cotações nos Estados Unidos, a taxa de câmbio e custos para importar e colocar o combustível no Brasil, além de margem de lucro. A empresa diz, porém, que os parâmetros de paridade internacional variam de empresa para a empresa.
Na semana retrasada, declarações do presidente Jair Bolsonaro sobre aumento no preço da gasolina preocuparam o mercado. Bolsonaro disse que não iria intervir, mas questionou o primeiro reajuste pós-pandemia. "Pelo que sei, o petróleo não subiu lá fora. Não sei porque o petróleo brasileiro aumentou", disse o presidente.
Em relatório intitulado "Fantasmas do passado?", o banco UBS afirmou que comentários do governo ampliavam a percepção de risco do investidor. Para eles, a empresa precisaria anunciar reajustes para evitar perda de margens em suas operações de produção de combustíveis.
Em maio, após o colapso do fim de abril, as cotações do petróleo voltaram a se recuperar, também com impacto da retomada da atividade em países da Europa e estados americanos. O petróleo Brent, referência internacional negociada em Londres, subiu 37% no mês.
Nas bombas norte-americanas, o preço da gasolina subiu, em média, 4,97% nas últimas três semanas. Nas bombas brasileiras, o preço seguia em tendência de queda na semana passada, segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis).
O ritmo de corte, porém, foi menor do que nas semanas anteriores. Na média nacional, o litro da gasolina foi vendido a R$ 3,808, 0,4% a menos do que na semana anterior. No ano, o preço da gasolina nas bombas acumula queda de 16,4%.
Na terça (19), a companhia já havia reajustado o preço do diesel em 8%, o primeiro aumento do ano para esse combustível. Nas bombas, o preço do diesel caiu 0,7% na semana passada, para R$ 3,055 por litro.
Em maio, a Petrobras percebeu recuperação nas vendas de combustíveis também no Brasil. O consumo de gasolina, que havia caído 65% no início da pandemia, é hoje entre 40% e 45% menor do que a média. No caso do diesel, a perda nas vendas recuou de 50% para 30%.

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