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Contas bloqueadas

Fabricante de refrigerantes Dolly pede recuperação judicial

Empresa teve contas bloqueadas pela Justiça e dono chegou a ser preso

Publicado em 27 de Junho de 2018 às 13:29

Redação de A Gazeta

Publicado em 

27 jun 2018 às 13:29
Empresa teve contas bloqueadas pela Justiça e dono chegou a ser preso Crédito: Reprodução/Facebook/Dolly Refrigerantes
A companhia de refrigerantes Dolly informa ter entrado com pedido de recuperação judicial esta semana alegando dificuldades financeiras por não poder operar suas contas bancárias. Segundo nota da empresa, com o bloqueio das contas, não é possível cumprir os compromissos financeiros.
“Esta foi a única forma que restou para impedir a falência imposta pela Justiça Federal de São Bernardo do Campo”, diz o texto.
Segundo a empresa, as unidades de São Bernardo do Campo e Diadema, ambas no ABC paulista, permanecem funcionando.
No início deste mês, a companhia decidiu fechar a fábrica de Tatuí, no interior de São Paulo após o bloqueio das contas da empresa pela Justiça. Pelo menos 700 pessoas foram desligadas.
Laerte Codonho, dono da empresa, foi preso em maio — e solto dias depois — acusado de fraude fiscal de pelo menos R$ 4 bilhões. Os promotores da Justiça Rodrigo Mansour e Arthur Lemos afirmaram que Codonho é um dos maiores devedores de ICMS de São Paulo.
A prisão do empresário foi pedida porque havia o histórico de destruição de provas, segundo eles. Só em ICMS são mais de R$ 2 bilhões devidos, de acordo com o Ministério Público de São Paulo. Outra investigação que ocorre em âmbito nacional aponta para mais R$ 2 bilhões em fraudes de impostos previdenciários.
— Encontramos grandes quantias de dinheiro guardadas em paredes falsas, fundos falsos na casa do empresário — relatou Lemos, citando que a PM apreendeu pelo menos R$ 200 mil em espécie, além de US$ 30 mil, € 4 mil e mais 4 mil libras.
Codonho foi encaminhado ao 77º DP e chegou à delegacia com um papel sulfite nas mãos onde se lia “Preso pela Coca-Cola”, escrito com batom vermelho. Ele afirmou que sua prisão se devia a uma “perseguição da Coca-Cola” e que era “vítima” de esquemas praticados por seu contador. Procurada, a Coca-Cola informou que “não comenta processos judiciais em que não esteja envolvida”.
A Dolly considerou a prisão “injusta”. "Laerte Codonho sempre colaborou com as autoridades, e tem certeza que provará sua inocência. A defesa recorrerá da decisão e confia na Justiça", afirmou a empresa em nota.

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