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Pela Interpol

Ex-CEO da Americanas acusado de fraudes é preso em Madri

Prisão preventiva do executivo, que estava foragido, foi expedida na quinta-feira (27) pela Justiça do Rio; ele é investigado por suspeita de comandar fraude bilionária na varejista

Publicado em 28 de Junho de 2024 às 14:39

Agência Estado

Publicado em 

28 jun 2024 às 14:39
BRASÍLIA- O ex-CEO das Lojas Americanas Miguel Gutierrez foi preso em Madri, na Espanha, nesta sexta-feira (28), na esteira da Operação Disclosure, aberta no rastro da participação de ex-executivos da varejista em fraudes contábeis de R$ 25 bilhões. O empresário é alvo de um mandado de prisão preventiva e teve o nome incluído na lista de difusão vermelha da Interpol. A ex-diretora Anna Christina Ramos Saicali segue foragida.
A defesa de Gutierrez afirmou, em nota, que ele "jamais participou" de fraudes e que vem colaborando com as investigações.
Miguel Gutierrez, ex-CEO das Lojas Americanas
Defesa de Miguel Gutierrez afirma que ele jamais participou de fraudes Crédito: Reprodução
A Americanas diz que "foi vítima de uma fraude de resultados pela sua antiga diretoria, que manipulou dolosamente os controles internos existentes".
Segundo os investigadores, Gutierrez teve envolvimento direto nas fraudes, "vez que participava do fechamento dos resultados".
Ele tinha a palavra final sobre os números supostamente inflados levados ao Conselho de Administração e ao mercado, diz a PF.
A Procuradoria da República sustenta que há inúmeras provas de que "toda a fraude era comandada" por Gutierrez.
Segundo a Polícia Federal, ele "não só tinha conhecimento dos resultados verdadeiros como também sabia dos fraudados, que serviram de base para recebimento de bônus milionários, e principalmente, recebia o suporte e contava com a coautoria dos outros investigados".
A investigação que resultou na Operação Disclosure aponta que Miguel Gutierrez e Anna Christina Saicali teriam vendido mais de R$ 230 milhões (R$ 171,7 milhões e R$ 59,6 milhões, respectivamente) em ações da Americanas ante a possibilidade de as fraudes contábeis bilionárias da empresa se tornarem públicas.

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