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Ministro do Trabalho

Esperamos criação de 3 milhões de empregos com os novos programas, diz Onyx

No sétimo mês, houve abertura líquida de 316.580 vagas. Até julho, o saldo líquido é positivo em 1,848 milhão de postos com carteira assinada

Publicado em 26 de Agosto de 2021 às 17:00

Agência Estado

Publicado em 

26 ago 2021 às 17:00
Ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni
Ministro do Trabalho e Previdência Social do Brasil, Onyx Lorenzoni Crédito: José Dias/PR
O ministro do Trabalho, Onyx Lorenzoni, reforçou que a expectativa do governo com os novos programas de emprego é de criação de 3 milhões de contratações, em entrevista ao Broadcast Live nesta quinta-feira (26).
O ministro se referia ao Priore, que visa incentivar o primeiro emprego e a reinserção no mercado de trabalho de pessoas com mais de 50 anos, ao Bônus de Inclusão Produtiva (BIP) e ao Bônus de Incentivo à Qualificação (BIQ), além de criação de postos de trabalho temporário nas prefeituras.
No BIP e o BIQ, Onyx afirmou que cria a oportunidade de contratação simplificada, limitada a uma jornada e a 25% da folha salarial da empresa, mas com qualificação pelo Sistema S.
"O limite máximo que a pessoa permaneceria é de 2 anos. Ela teria condição de sustentar, porque teria meio salário mínimo e tem outro turno para agregar mais renda. E o período que fica na empresa também pode mostrar seu trabalho."
Onyx Lorenzoni ainda destacou novamente os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de julho e disse que pretende "superar com folga" a projeção de criação de 2,5 milhões de empregos formais este ano.
No sétimo mês, houve abertura líquida de 316.580 vagas. Até julho, o saldo líquido é positivo em 1,848 milhão de postos com carteira assinada. "Números do Caged são muito significativos e mostram que todo o esforço de 2020, com o Pronampe e o BEm, teve impacto positivo na economia."

SERVIÇO SOCIAL VOLUNTÁRIO

Onyx afirmou que o governo vai buscar um crédito extraordinário no Orçamento para bancar parte do programa Serviço Social Voluntário, em estudo na pasta. A ideia é que a União divida com as prefeituras o custo da Bolsa para contratação de jovens entre 16 a 29 anos e de trabalhadores que tem acima de 50 anos.
Segundo Onyx, o programa funcionaria nos moldes dos Bônus de Inclusão Produtiva e de Incentivo à Qualificação (BIP e BIQ), gestados no Ministério da Economia e incluídos na Medida Provisória (MP) que amplia o programa Manutenção de Emprego e Renda. A ideia é que os contemplados por vagas nas prefeituras também passem por cursos de qualificação.
Questionado sobre a lógica de a União pagar parte do custo de contratação das prefeituras, o ministro respondeu que há grande parcela da população, que soma 7,8 milhões de pessoas, que não é atendida pelo programa Bolsa Família e com baixa qualificação.
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