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Arrecadação estadual

Dinheiro do petróleo faz ES ter R$ 1,6 bilhão livre em caixa

Valor é mais que o dobro do registrado no fim do primeiro bimestre. Maior parte do dinheiro, no entanto, deve ser usada pelo Fundo da Infraestrutura

Publicado em 25 de Setembro de 2019 às 09:22

Giordany Bozzato

Publicado em 

25 set 2019 às 09:22
Petróleo: maior parte do valor que está no caixa do governo estadual veio da produção Crédito: Divulgação
O governo do Estado do Espírito Santo fechou o terceiro bimestre de 2019 com R$ 1,6 bilhão em caixa. O valor é mais que o dobro do que estava de posse do governo ao final do primeiro bimestre: R$ 718 milhões. O caixa, por sua vez, foi turbinado pelo dinheiro do petróleo - vindo do acordo que unificou o Parque das Baleias.
Dentro desses R$ 1,6 bilhão estão os valores que compõem o Fundo Soberano e o da Infraestrutura. "Esse acordo gerou um pagamento à vista de R$ 780 milhões, mais R$ 20 milhões por mês, que é o que constitui o Fundo de Infraestrutura. Temos agora cerca de R$ 800 milhões e ele é considerado como fluxo de caixa do Tesouro. Por isso tivemos esse aumento grande da disponibilidade no caixa", explicou o secretário de Estado da Fazenda, Rogelio Pegoretti.
Já o Fundo Soberano, que deve receber entre entre R$ 400 e R$ 500 milhões por ano, teve sua primeira transferência em julho - o valor foi de aproximadamente R$ 11 milhões.
Todo esse recurso não deverá continuar nos cofres públicos até o fim do ano se ele começar a ser utilizado para a finalidade para a qual foi constituído.
"Os R$ 800 milhões do Fundo da Infraestrutura vão desenvolver o Estado, atrair empresas, negócios e, principalmente, ajudar a criar empregos", completou Pegoretti. O governo, no entanto, ainda não detalhou em quais projetos, especificamente, o dinheiro será utilizado.
Fora os valores recebidos pelo acordo do Parque das Baleias, o aumento nos preços da energia e dos combustíveis também fez a arrecadação estadual apresentar certo aumento.
"No começo do ano todos estavam reclamando dos altos valores das contas de energia. O preço dos combustíveis também está alto. Isso acaba aumentando da arrecadação do Estado, mas não é permanente. Não nos gera segurança para criar despesas permanentes", justifica o secretário.
Como o aumento da arrecadação não é permanente, o responsável pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) diz que o governo tem trabalhado para que as despesas não acompanhem.
"Há necessidade de cortes e alguns estão sendo feitos - redução de valores de contratos, e tamanhos de contratos de terceirizados. Estamos avançando na digitalização de processos e vamos economizar muito com isso. Mas também estamos tentando segurar as despesas, fazer com que elas, de uma maneira geral, não aumentem", conclui.

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