Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Paralisação dos caminhoneiros

Caminhoneiros: nova paralisação dependerá do governo

A paralisação convocada para começar à meia-noite do dia 29 de abril teria origem em debates dos grupos de caminhoneiros nas redes sociais

Publicado em 22 de Abril de 2019 às 22:23

Publicado em 

22 abr 2019 às 22:23
A paralisação convocada para começar à meia-noite do dia 29 de abril teria origem em debates dos grupos de caminhoneiros nas redes sociais Crédito: Tomaz Silva/Agência Brasil
Representantes dos caminhoneiros avaliam que a realização de uma nova paralisação da categoria, no próximo dia 29, depende do governo. "A resposta de paralisação ou não vai ser do governo", disse Wanderlei Alves, conhecido como Dedéco, líder da categoria, antes de participar de reunião no Ministério da Infraestrutura, nesta tarde em Brasília. Integrantes da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) e lideranças dos caminhoneiros se reúnem neste momento com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, na sede da pasta.
Dedéco já disse que a paralisação convocada para começar à meia-noite do dia 29 de abril teve origem em debates dos grupos de caminhoneiros nas redes sociais. Na sua avaliação, o movimento deve atingir o Brasil inteiro, crescendo à medida que os dias passam.
O presidente da CNTA, Diumar Bueno, também afirmou que a paralisação ou não dos caminhoneiros vai depender do que o ministro sinalizar. Segundo ele, as principais reivindicações são definições claras para o tabelamento do frete e fiscalização deste cumprimento. Dedéco também disse esperar que o governo adote rapidamente o "gatilho" formado pela revisão da tabela do frete atrelada aos reajustes do preço diesel.
Dedéco e Bueno reclamaram de falta de diálogo com o governo e disseram que "os representantes da categoria não são as pessoas que estão sendo apresentadas, principalmente pelo governo". Dedéco disse que desde janeiro o governo de Jair Bolsonaro "fechou as conversas com a categoria" e que ele tenta conversar, sem sucesso, com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.
A CNTA emitiu nota no feriado de Páscoa afirmando que, ao consultar sua base, formada por 140 sindicatos, 9 federações e uma associação colaborativa, identificou que o reajuste do diesel "reacendeu uma insatisfação generalizada na categoria, que está impaciente, à espera de uma resposta do governo". A CNTA acrescentou ainda que os caminhoneiros carregam desde o ano passado "a frustração de não ter a Lei do Piso Mínimo do Frete cumprida". Para a confederação, o respeito à lei regularizaria um mercado "instável" e daria ao profissional "condições mínimas de subsistência".
 
 

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Suspeito de furtar celular é imobilizado por moradores e detido na Praia do Canto
Imagem de destaque
Palmeiras resgata joia do Flamengo, e atacante já é observado por Abel
Segundo a Polícia Civil, todo o conteúdo foi recolhido em ações de combate ao tráfico de drogas em Linhares.
Quase 270 kg de drogas apreendidas são incineradas em Linhares

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados