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Mercado financeiro

À espera da votação da Previdência, Bolsa volta a bater recorde

O dólar acompanhou e recuou 0,700%, a R$ 3,7590, menor patamar desde março

Publicado em 10 de Julho de 2019 às 21:29

Publicado em 

10 jul 2019 às 21:29
O dólar foi cotado nesta quarta-feira (10) a R$3,75 Crédito: Pixabay
A Bolsa brasileira bateu recorde mais uma vez. Nesta quarta-feira (10), a expectativa de que a reforma da previdência seja votada no plenário da Câmara e a sinalização de um corte de juros nos EUA levaram o Ibovespa aos 105.817 pontos, alta de 1,23%. O dólar acompanhou e recuou 0,700%, a R$ 3,7590, menor patamar desde março. 
Nesta quarta-feira (10), teve início sessão plenária que pretende votar a reforma da Previdência na Câmara dos Deputados. Até o fechamento do mercado financeiro, a votação não havia se iniciado, mas votações preliminares, como a rejeição do adiamento da votação, já demonstram que o projeto deve ser aprovado. 
O Ibovespa, maior índice acionário do país, operou em forte alta durante todo o pregão, chegando a 2% de ganhos, com máxima intraday de 106.650 pontos. Ao fim do dia, o índice perdeu força com queda dos bancos e fechou em alta de 1,23%, a 105.817 pontos. Esta é a quarta máxima histórica seguida do índice.
O giro financeiro foi R$ 23,317 bilhões, acima da média, devido ao otimismo de investidores e à volta de feriado. Como a Bolsa não funcionou na terça (9), pelo feriado em São Paulo, as ações das companhias tiveram um maior volume de negociação para acompanhar os seus pares negociados nas Bolsas americanas.
Em Nova York, o viés também foi positivo com o discurso do presidente do Fed (banco central americano), Jerome Powell, que abriu margem para um corte de juros. Dow Jones subiu 0,29%, S&P 0,45% e Nasdaq, 0,75%.
A fala de Powell e a divulgação da ata da última reunião do banco central americano reforçam a expectativa de corte na taxa de juros americana, o que levou o dólar a perder força no cenário internacional.
O DXY, índice que mede a força da moeda frente aos principais pareces mundiais, recuou 0,38%. 

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