Uma das maiores legendas do país, o Partido Social Democrático
(PSD) é presidido no Espírito Santo pelo prefeito de Colatina, Renzo
Vasconcelos. Na pré-campanha, após flertar com Ricardo Ferraço (MDB) e muito de
perto com Pazolini (Rep), Renzo optou pela neutralidade na eleição para
governador e lançou Sérgio Meneguelli ao Senado, em uma chapa isolada.
Nas disputas proporcionais, após chegar a homologar
candidaturas em convenção (no dia 5 de agosto) e sofrer verdadeira debandada, o
PSD nem sequer registrou chapa de candidatos a deputado estadual. Curiosamente,
porém, registrou uma chapa muito frágil para a Câmara dos Deputados, formada
por apenas nove candidatos (de um total de 11 possíveis), todos muito pouco
competitivos, e um menos conhecido que o outro.
O insólito agrupamento inclui uma recepcionista de Vitória e
até uma quituteira de Colatina que diz ter sido chamada em cima da hora para
compor a chapa, passando por um corretor de imóveis de Afonso Cláudio e um
médico de Guarapari que está em sua décima eleição (sem nenhuma vitória nas
urnas).
Até o momento, já entrada a segunda metade dos 49 dias de
campanha, todos eles estão à míngua: nenhum dos nove candidatos recebeu um único
centavo da direção estadual do PSD, via Fundo Eleitoral.
Pela legislação eleitoral vigente, o financiamento público,
por meio dos repasses dos próprios partidos aos candidatos, é a única forma
legal de custear campanhas – à parte doações de pessoas físicas e autofinanciamento
(dentro dos limites estabelecidos em lei).
A prestação parcial de contas, na página do TSE, confirma a situação.
Até quarta-feira (9), só dois candidatos a federal do PSD declararam alguma
receita, mas, em ambos os casos, foram doações individuais. Um deles pôs
dinheiro do próprio bolso.
Diante desse cenário, candidatos do PSD se rebelaram.
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A coluna ouviu quatro dos nove postulantes – dois homens e
duas mulheres. Todos confirmam a penúria. Dois deles dizem ter decidido
simplesmente renunciar à candidatura, por absoluta falta de condições de fazer
campanha de verdade.
Também se queixam da falta de retorno por parte de Renzo e
do apoio do prefeito de Colatina ao deputado federal Da Vitória (PP), aliado
dele em Colatina e candidato à reeleição, em detrimento dos próprios
candidatos.
Em resposta oficial à coluna (publicada na íntegra em box no
final deste texto), a direção estadual do PSD reconhece que até agora não
repassou recursos de campanha a seus candidatos à Câmara. Justifica que ainda
não recebeu, da direção nacional, os repasses do Fundo Eleitoral, mas que mantém
tratativas junto à nacional a fim de obter a verba.
“O presidente estadual do PSD no Espírito Santo, Renzo
Vasconcelos, esclarece que a direção estadual do partido mantém diálogo
permanente com todos os candidatos e tem trabalhado para garantir as condições
necessárias para a participação da chapa na disputa eleitoral”, diz a nota.
“Até o presente momento, o PSD do Espírito Santo não recebeu
nenhum recurso do Fundo Eleitoral destinados ao financiamento de campanha no
Estado. Por essa razão, não foi possível realizar repasses financeiros aos
candidatos a deputado federal. A direção estadual mantém diálogo permanente com
a direção nacional do partido e aguarda uma definição sobre a disponibilização
ou não desses recursos.”
Abaixo, quadro a quadro, apresentamos a situação de terra
arrasada exposta pelos candidatos. O coro dos indignados é puxado por Francis
Tristão e ecoado pelos demais.
Francis Tristão: “Era
melhor não ter lançado chapa”
Um dos que verbalizam a insatisfação é Francis Tristão
Pimenta, 42 anos. Natural de Afonso Cláudio, ele é corretor de imóveis e usa o
apelido Tulipa como nome de urna.
“A campanha começou em 16 de agosto. E até hoje não temos
material, santinho, propaganda, gasolina, adesivo de peito, de carro... não
temos recurso algum. Somos o único estado em que o PSD não mandou recurso. E,
no Espírito Santo, somos o único partido cujos candidatos a federal não
receberam um centavo para fazer campanha, mesmo sendo um dos maiores partidos
do país.”
Na verdade, candidatos de outras siglas estão na mesma “pindaíba”,
mas são legendas minúsculas, como o Democrata, a Democracia Cristã (DC) e a
Unidade Popular (UP).
Francis antecipa que decidiu renunciar à candidatura. “Minha
decisão já está tomada: até sexta-feira, vou comunicar minha renúncia ao TRE-ES.
E outros farão o mesmo.”
Ele critica a articulação pré-eleitoral conduzida pelo
presidente estadual do PSD, a seu ver equivocada.
“Renzo fez uma articulação errada. Tentaram pular para um
lado e para o outro. Deu errado. Não tivemos chapa de estadual. Aí subiram todo
mundo para a chapa de federal. E, mesmo assim, não conseguiram montar uma chapa
completa. Só deu nove inscritos. E, desde então, o prefeito não conversa, não
atende, não aceita se reunir com os candidatos. Eu mesmo já fui três vezes à
Prefeitura de Colatina, mas ele não me atende. Para ser dessa maneira, era
melhor não ter lançado chapa.”
O candidato também lamenta a aliança feita por Renzo com o
deputado federal Da Vitória e a concentração de esforços na candidatura de
Sérgio Meneguelli ao Senado.
“Enquanto isso, Renzo está fazendo reuniões com o Da
Vitória, que é o candidato dele. Acho que o partido vai investir somente na
candidatura do Serginho a senador. O foco dele é só tentar eleger o Serginho e
abandonar os candidatos todos. Além disso, ele colocou o vice dele, Dr.
Pagotto, que poderia reforçar a nossa chapa, como primeiro suplente de
Serginho, uma ‘trava’ para que o Serginho não seja candidato a prefeito contra
ele em 2028.”
Segundo Francis, todo contato entre os candidatos e a
direção estadual do PSD é mediado por Nilo Locatelli, articulador político de
Renzo e secretário-geral do órgão estadual provisório que comanda o partido no
Estado.
“Foi feita uma promessa financeira para os candidatos, e
alguns já fizeram dívidas. O mínimo para estruturar uma campanha de federal
seriam R$ 200 mil por candidato. Mas agora não temos nem expectativa. O Nilo,
por mensagem de Whatsapp, diz que está aguardando a nacional. Ele é um muro
para o Renzo. Mas, mesmo se chegar recurso agora, não dá nem tempo de fazer
material, e já perdemos metade da campanha. Todo mundo já está na rua,
estruturado, há um mês, enquanto a gente está dentro de casa. Ninguém mais quer
fazer campanha.”
Por cerca de uma década, Francis foi servidor comissionado
da Assembleia. Nunca exerceu mandato, mas já concorreu a vereador de Afonso
Cláudio em 2008 e a deputado estadual em 2018.
Para ser dessa maneira, era melhor
não ter lançado chapa.
Francis Tristão (PSD), candidato a deputado federal
O candidato também lamenta a aliança
feita por Renzo com o deputado federal Da Vitória e a concentração de esforços
na candidatura de Sérgio Meneguelli ao Senado.
“Enquanto isso, Renzo está fazendo
reuniões com o Da Vitória, que é o candidato dele. Acho que o partido vai
investir somente na candidatura do Serginho a senador. O foco dele é só tentar
eleger o Serginho e abandonar os candidatos todos. Além disso, ele colocou o
vice dele, Dr. Pagotto, que poderia reforçar a nossa chapa, como primeiro
suplente de Serginho, uma ‘trava’ para que o Serginho não seja candidato a
prefeito contra ele em 2028.”
Segundo Francis, todo contato entre
os candidatos e a direção estadual do PSD é mediado por Nilo Locatelli,
articulador político de Renzo e secretário-geral do órgão estadual provisório
que comanda o partido no Estado.
“Foi feita uma promessa financeira
para os candidatos, e alguns já fizeram dívidas. O mínimo para estruturar uma
campanha de federal seriam R$ 200 mil por candidato. Mas agora não temos nem
expectativa. O Nilo, por mensagem de Whatsapp, diz que está aguardando a
nacional. Ele é um muro para o Renzo. Mas, mesmo se chegar recurso agora, não
dá nem tempo de fazer material, e já perdemos metade da campanha. Todo mundo já
está na rua, estruturado, há um mês, enquanto a gente está dentro de casa.
Ninguém mais quer fazer campanha.”
Por cerca de uma década, Francis foi
servidor comissionado da Assembleia. Nunca exerceu mandato, mas já concorreu a
vereador de Afonso Cláudio em 2008 e a deputado estadual em 2018.
Jane Zanetti: “Hã?
Eu, deputada?!? Federal ainda?!?”
O caso de Jane Aparecida Zanetti, 55 anos, é emblemático. Ilustra o
grau de improvisação que regeu a montagem da chapa do PSD.
Moradora de Colatina, Jane tem ensino fundamental incompleto
e é microempreendedora. Faz salgados para fora, sob encomenda. Na página do TSE,
sua profissão consta como cozinheira.
Ela é outra que atesta não ter recebido nada do partido até
agora.
“Não recebi nem um centavo. O pessoal tá me cobrando: ‘Cadê
seu santinho?’ A única coisa que fizeram comigo foi a gravação do programa de
TV, de 13 segundos. Como é que você faz uma campanha desse jeito, sem um
santinho, sem um adesivo? A gente questiona. Dizem que o partido não liberou o
dinheiro para poder fazer, que o partido não tem Fundo Partidário e nem vai ter.
A única coisa que disseram que vão dar é o santinho casado com Meneguelli.”
Essa é a segunda candidatura de Jane. A primeira foi a vereadora, também pelo PSD, em 2024. Ela teve 74 votos. O eleito com menos votos em Colatina teve 913.
Desta vez, ela conta que foi pega totalmente de surpresa,
com um chamado “de última hora” recebido de pessoas ligadas ao prefeito de
Colatina.
“Eu nem sabia, eu tava trabalhando e recebi uma ligação. Eles
me ligaram e vieram na minha casa. Eu estava trabalhando e não pedi pra eles
virem. Mandaram vir me buscar na minha casa e me levaram de carro para uma
reunião. Seria na Prefeitura de Colatina, mas foi numa sala na Unesc [faculdade
particular pertencente à família do prefeito]. Lá duas pessoas falaram comigo.
Só comentaram que eu ia vir candidata, que iam me dar toda a estrutura e que eu
não precisava me preocupar com nada, que tudo seria por conta deles”, narra a
salgadeira.
Jane relata como, num primeiro momento, ela mesma ficou
surpresa com a proposta:
“Chegando lá, falaram assim: ‘A gente tá precisando de uma
pessoa pra candidata a deputada federal. Você aceita vir? Aí eu falei: ‘Hã? Eu,
deputada?!? Federal ainda?!? Vocês estão me botando na boca do lobo?’ Aí eles
falaram assim: ‘Não, é porque você é uma pessoa que a gente conhece, uma pessoa
boa, uma pessoa honesta, muito conhecida na cidade, uma pessoa de caráter, e a
gente precisa de uma pessoa como você. Você não precisa se preocupar com nada,
a gente vai dar o suporte total, igual foi feito pra vereador e tal...’.”
Jane conta que esse contato se deu já no mês de agosto, poucos dias antes do início oficial da campanha (no dia 16).
Fui chamada em cima da hora mesmo, entendeu? Fui convidada por eles, no caso. Eu nem imaginava que eu ia vir candidata. Nem sonhei... que dirá como federal!
Jane Zanetti (PSD), candidata a deputada federal
Ela diz que, até o momento, não teve contato pessoal algum com Renzo e que nem sabe “se ele está ciente” da escassez de recursos. “Em momento algum, conversei com ele. Não tive acesso a ele nem à esposa dele, nenhum dos dois. Quem fala em nome do Renzo é o Nilo.”
Apesar de tudo, ao contrário de colegas de chapa, ela diz que manterá a candidatura até o fim.
“Foi o que falei com eles: ‘Eu não pedi pra entrar. Eu estava trabalhando, vocês é que me chamaram’. Agora, não vou desistir. Com ou sem papel, vou até o fim da minha campanha. Sou mulher e, quando dou minha palavra, não volto atrás. Ganhando ou perdendo, eu não vou voltar atrás do que falei. Se eu tirar meu nome agora, quem vai sair feio sou eu. Vai sair lá como eu desisti da campanha, e não tô desistindo da campanha. Eles é que não tão dando suporte à gente. Mas, mesmo assim, eu vou continuar. Nem que eu tiver dez votos, mas eu vou”, afirma a obstinada quituteira.
Cintia Cristina Rufino Pereira, a Cintia Nininha, tem 53
anos. Com ensino médio completo, é recepcionista em um conhecido prédio
comercial na Enseada do Suá. Em plena campanha, segue dando expediente
normalmente. Quando falamos com ela, na tarde da última terça-feira (8), ela
disse que sairia às 20h e que só pôde nos atender num intervalo da jornada.
Essa é a primeira campanha de Cintia. Ou “não campanha”. Assim
como Francis, ela conta que desistiu.
“Eu não vou manter a campanha. Não tem como eu manter. Não
recebi nada, nem retorno. Eles não respondem nem marcam reunião pra explicar.
Só dizem que não receberam nada. Não tem condições de eu trabalhar sem recursos.
Mandaram mensagem dizendo que fizeram os santinhos nesta semana. Como é que vou
fazer minha campanha em cima da hora?!? E estão pedindo pra gente prestar
contas... Prestar contas de quê, se não recebi nada?”
Cintia diz que, sem verba do partido, não tem dinheiro para pagar pessoas para trabalharem na campanha dela.
“As pessoas não querem trabalhar de graça. Eu tenho que ter gente pra trabalhar pra mim na rua. E eu não tenho condições de pagar.
Cintia Nininha (PSD), candidata a deputada federal
Não tenho condições de seguir essa campanha sozinha. Eu não tenho. Ninguém tem, a não ser quem tem dinheiro e tá gastando o dinheiro todo.”
A recepcionista conta ter sido procurada por Nilo Locatelli, por intermédio de um pastor, com o convite para ser candidata a deputada federal.
Ela se filiou ao PSD para essa eleição.
Dr. Humberto: “Saí de
uma lama pra entrar num atoleiro”
O médico pediatra Humberto Simões Gonçalves, o Dr.
Gonçalves, é disparadamente o candidato mais velho da chapa e o mais experiente
nas urnas. Aos 71 anos, está em sua décima eleição, sem nunca ter vencido nenhuma,
de vereador de Guarapari a prefeito e vereador de Marataízes, passando por
deputado estadual.
Porém, de 2023 a 2024, ele foi vereador de Guarapari.
Assumiu como suplente de Zé Preto, eleito deputado estadual em 2022.
Agora, ele desabafa: “Entrei no PSD porque conheço o Renzo,
o caráter dele, a lealdade. Eu estava em outro partido. Mas saí de uma lama pra
entrar num atoleiro”.
Dizendo sentir-se “enganado”, ele conta que fez campanha
para Renzo a deputado federal em 2022. Naquele pleito, mesmo muito bem votado,
o hoje prefeito de Colatina não conseguiu se eleger, por conta da legenda.
Estou me sentindo enganado. Vi o Renzo numa postagem com o Da Vitória. Até hoje ele não fez foto e não fez postagem com candidato nenhum do partido.
Humberto Gonçalves (PSD), candidato a deputado federal
“Infelizmente, a gente acha que tem amigo, mas só tem amigo
na época da política, depois eles viram as costas. Ele tem o telefone de cada
candidato, mas não liga e não dá solução.”
Como os demais, Humberto reclama que não consegue falar com
o prefeito e que seu contato é todo com Nilo Locatelli.
“Fizemos fotos, mas cadê essas fotos? Santinho, até agora
não tem. Liguei pro Renzo pra saber, ele não me atendeu. Eles me responderam
que não tem recurso nenhum. Falaram que vão entregar os santinhos nesta semana,
mas não tem dinheiro. Então liguei para a direção nacional. A moça me informou
que já repassou verba para o Estado e que não é mais com eles, que é pra eu
cobrar do diretório estadual aqui... Mas como vou cobrar se eles não atendem
candidato nenhum?”
Apesar de tudo, ao contrário de Francis e Cintia, Humberto
não pretende desistir. “Já fiz campanha em Guarapari e outros municípios do
Litoral Sul. Nem que eu seja um candidato só na chapa, mas eu vou terminar.”
Resposta oficial de Renzo Vasconcelos
“Diálogo permanente com todos os candidatos”
O presidente estadual
do PSD no Espírito Santo, Renzo Vasconcelos, esclarece que a direção estadual
do partido mantém diálogo permanente com todos os candidatos e tem trabalhado
para garantir as condições necessárias para a participação da chapa na disputa
eleitoral.
Até o presente
momento, o PSD do Espírito Santo não recebeu nenhum recurso do Fundo Eleitoral
destinados ao financiamento de campanha no Estado. Por essa razão, não foi
possível realizar repasses financeiros aos candidatos a deputado federal. A
direção estadual mantém diálogo permanente com a direção nacional do partido e
aguarda uma definição sobre a disponibilização ou não desses recursos.
Mesmo diante desse
cenário, a Executiva estadual tem buscado alternativas para oferecer condições
mínimas de campanha aos candidatos, sendo disponibilizados serviços e materiais
como estrutura de marketing, produção de conteúdo, gravação para propaganda
eleitoral de rádio e televisão, e a confecção de adesivos e diferentes
materiais gráficos, com criação e produção já encaminhadas.
Parte desses materiais
encontra-se em fase de produção e será disponibilizada aos candidatos nos
próximos dias. Em razão da alta demanda enfrentada pelas gráficas neste período
eleitoral, houve atraso na entrega, com previsão de que o material esteja
disponível até a próxima sexta-feira.
Também foram
disponibilizadas aos candidatos oportunidades para produção de conteúdo e
gravações conjuntas com o candidato ao Senado e com a presidência estadual do
PSD, como parte do esforço para ampliar a estrutura e dar visibilidade às
candidaturas. A direção partidária permanece à disposição de todos para
construir, dentro das possibilidades existentes, as melhores condições para a
participação na disputa.
Em relação às
informações sobre possíveis desistências, até o momento a direção estadual não
recebeu de nenhum candidato uma comunicação formal de decisão definitiva de
renunciar à candidatura. O diálogo permanece aberto e, caso algum candidato
manifeste o desejo de não prosseguir na disputa, a situação será conduzida com
respeito, responsabilidade e estrita observância à legislação eleitoral,
havendo acompanhamento jurídico e contábil a fim de proteger e orientar quem
assim entender que é a decisão a ser tomada.
A formação da chapa
proporcional do PSD foi construída a partir do diálogo e da disposição de
pessoas que aceitaram colocar seus nomes à disposição do partido. A direção
estadual respeita cada uma dessas candidaturas e entende que não cabe
classificá-las previamente como mais ou menos competitivas. Cada candidato
possui sua trajetória, sua representação e sua contribuição para o projeto
partidário.
Como presidente
estadual da legenda, Renzo reafirma sua responsabilidade com a chapa e destaca
que vem trabalhando para garantir estrutura aos candidatos, inclusive buscando
alternativas diante da ausência, até este momento, dos recursos esperados do
Fundo Eleitoral.
A direção estadual
continuará trabalhando para fortalecer seus candidatos e oferecer, dentro das
condições disponíveis, o suporte necessário para que possam desenvolver suas
campanhas.