Desde 25 de janeiro de 2019, dia do rompimento da barragem de Brumadinho, a produção de minério da Vale em Minas Gerais está afetada. Além da reconstrução que a mineradora está tocando nas áreas diretamente afetadas pelo desastre, uma série de medidas estão sendo adotadas em outros complexos da região para evitar novas tragédias. Este conjunto de ações reduz a produção nas minas e, claro, impacta a operação de Tubarão, em Vitória, onde estão as pelotizadoras e o porto.
As demais pelotizadoras, fora a 8 (que é nova, foi inaugurada em 2017), estão passando por um amplo processo de manutenção e, em alguns casos, de modernização. Hoje, as usinas 4, 5 e 6, estão paradas, no meio deste processo. A companhia está investindo R$ 300 milhões na troca de todo o sistema de queimadores de suas unidades, são 200 ao todo.
"Nosso parque fabril vai se tornar mais eficiente, seguro e ambientalmente correto. O investimento é forte, a nossa expectativa é de que, a partir de 2025, voltemos a operar na plena capacidade", explicou o diretor de Pelotização, Rodrigo Ruggiero.