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Complexo do Alemão

Rodrigo Maia fala em rede social sobre a morte de Ágatha Félix

Criança foi atingida na sexta (20) por um tiro nas costas quando estava dentro de uma Kombi que transitava pela Fazendinha, no Complexo do Alemão

Publicado em 22 de Setembro de 2019 às 13:00

Publicado em 

22 set 2019 às 13:00
Ágatha Félix, de 8 anos, foi morta durante operação policial no Complexo do Alemão, no Rio Crédito: Acervo pessoal
Em mensagem publicada no Twitter na tarde deste domingo (22), o presidente da Câmara Rodrigo Maia se pronunciou sobre a morte de Agatha Vitória Sales Félix, 8. A criança foi atingida na sexta (20) por um tiro nas costas quando estava dentro de uma Kombi que transitava pela Fazendinha, no Complexo do Alemão na zona norte do Rio de Janeiro.
"Qualquer pai e mãe consegue se imaginar no lugar da família da Ágatha e sabe o tamanho dessa dor.", diz a mensagem. 
Em Seguida, Maia publicou uma mensagem A repercussão da morte de Ágatha gerou protestos no Rio de Janeiro no sábado (21), e há outras manifestações marcadas para este domingo (22).
O governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), não se pronunciou sobre o caso até as 14h deste domingo (22), mas falou sobre outros temas nas suas redes sociais.
Em seguida, Maia publicou mais uma mensagem sobre o tema, e afirmou que defende "uma avaliação muito cuidadosa e criteriosa sobre o excludente de ilicitude". O item faz parte do pacote anticrime proposto pelo ministro Sergio Moro, da Justiça, e está em discussão na Câmara. 
O corpo de Ágatha Félix, 8, foi liberado pelo IML (Instituto Médico Legal) por volta das 21h30 de sábado (21), após atraso por falta de funcionários. O enterro será hoje, às 16h, no cemitério de Inhaúma, na zona norte do Rio.
A Polícia Militar disse em rede social no sábado (21) que Ágatha havia sido ferida quando "criminosos atacaram covardemente policiais da UPP [Unidade de Polícia Pacificadora]. Também informou, em nota, que vai apurar inquérito para apurar a questão.
A Delegacia de Homicídios da Capital, sob responsabilidade da Secretaria de Polícia Civil, informou que os familiares foram ouvidos no sábado (21) na especializada e que novas testemunhas vão prestar depoimento na segunda-feira (23). As armas dos policiais militares envolvidos no caso e o projétil extraído do corpo da criança serão enviados para perícia.

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