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Covid-19

Presidente está certíssimo quando fala de crise econômica, diz Mandetta

O ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, concedeu entrevista coletiva na tarde deste sábado, 28, para apresentar o balanço de casos de covid-19 no País

Publicado em 28 de Março de 2020 às 19:13

Redação de A Gazeta

Publicado em 

28 mar 2020 às 19:13
Presidente da República, Jair Bolsonaro e Ministros de Estado participam de videoconferência com representantes da Iniciativa Privada
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta Crédito: Isac Nobrega/PR
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que a pasta de saúde irá trabalhar com o Ministério da Economia para elaboração de um plano mínimo que compatibilize saúde e economia Mandetta concedeu entrevista coletiva na tarde deste sábado, 28, para apresentar o balanço de casos de covid-19 no País.
"O presidente está certíssimo quando fala que crise econômica vai matar as pessoas, que a fome vai matar pessoas. Tá certíssimo e somos 100% engajados para achar solução com a equipe da economia", afirmou.
O ministro afirmou que é necessário garantir que haja alimento nas comunidades e que para isso também é necessário um planejamento de logística no País.
"A pessoa não consegue ficar na casa dela, a geladeira fica vazia, o estômago fica vazio. Se a gente não tiver uma logística como a pessoa vai encontrar o alimento no supermercado? Vamos colocar critérios, mas não vai ser plano do Mandetta, não vai ser plano único", afirmou.
Segundo ele, medidas estão sendo discutidas com secretários estaduais e municipais para construção de um consenso. O ministro afirmou que as restrições serão analisadas para que possam "apertar" onde a pandemia estiver piorando ou "soltar" onde as medidas foram muito restritivas.
O ministro afirmou, no entanto, que não há parâmetro para aplicação de quarentena no país, já que a última vez que a medida foi aplicada foi em 1917, durante o surto de gripe espanhola.
"Não é uma questão de apontar dedo para o governador A, B ou C, para o prefeito A, B ou C. Estão todos com uma arma na mão dizendo que a Organização Mundial da Saúde mandou eu fazer isso e não pensam que essa medida precisa ser muito bem elaborada", disse.

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