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Polícia Federal intima Bolsonaro a depor sobre joias da Arábia Saudita

Ex-presidente retorna ao Brasil nesta quinta-feira (30), após três meses nos Estados Unidos, e deve prestar depoimento na próxima semana

Publicado em 29 de Março de 2023 às 16:33

Agência FolhaPress

Publicado em 

29 mar 2023 às 16:33
BRASÍLIA - O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi intimado pela Polícia Federal para prestar depoimento sobre as joias recebidas pelo ex-mandatário como presente do governo da Arábia Saudita.
Também foi intimado o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, tenente-coronel Mauro Cid. Os depoimentos estão previstos para 5 de abril.
Bolsonaro está nos Estados Unidos desde o final de dezembro. Ele viajou para a Flórida às vésperas da posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e, assim, ignorou o rito democrático de transmitir simbolicamente o poder a seu sucessor.
A previsão é que Bolsonaro retorne ao Brasil na manhã desta quinta-feira (30). A viagem, com embarque em Orlando, ocorrerá durante a madrugada desta quinta-feira (30) — o desembarque está previsto para ocorrer por volta de 7h em Brasília. A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal prepara um esquema de segurança especial para a chegada do ex-presidente.
Com uma série de ações que podem resultar na perda de seus direitos políticos, Bolsonaro será julgado pela Justiça Eleitoral com base em uma legislação de inelegibilidade que endureceu na última década.
Atualmente, o ex-presidente enfrenta ao menos 16 ações de investigação na Justiça Eleitoral que podem deixá-lo inelegível. Integrantes do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) querem acelerar a tramitação desses casos para analisá-los até o meio do ano.
Questionado neste mês se tentará concorrer ao Planalto em 2026, Bolsonaro respondeu afirmando que não é alvo de acusações de corrupção e mencionou a hipótese de se tornar inelegível pelo TSE por causa de reunião com embaixadores promovida no ano passado na qual criticou, sem provas, o sistema de votação.
"Existe essa possibilidade de inelegibilidade, sim. A questão de prisão, só se for uma arbitrariedade", disse na ocasião.

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