Sair
Assine
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Brasil
  • Médica é presa por suspeita de morte de paciente durante cirurgia estética
No Rio de Janeiro

Médica é presa por suspeita de morte de paciente durante cirurgia estética

Eliana Maria Jimenez Diaz foi preso após uma paciente morrer durante uma cirurgia estética realizada em seu consultório particular

Publicado em 13 de Julho de 2023 às 08:43

Agência FolhaPress

Publicado em 

13 jul 2023 às 08:43
médica Eliana Jiménez, presa pela polícia do Rio nesta quarta (12)
médica Eliana Jiménez, presa pela polícia do Rio nesta quarta (12) Crédito: Reprodução/TV Globo
A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu preventivamente (sem prazo) nesta quarta-feira (12) a médica colombiana Eliana Maria Jimenez Diaz. Ela é suspeita de provocar a morte de uma paciente durante um procedimento estético.
Ingrid Ramos Ferreira, 41, morreu no dia 15 de junho durante cirurgia para corrigir uma cicatriz resultante de uma abdominoplastia realizada pela médica.
A polícia não soube informar se a médica apresentou advogado. O processo na Justiça também não cita nenhum defensor.
A 16ª DP (Barra da Tijuca), que investigou o caso, diz que o resultado do laudo sobre a morte de Ingrid constatou que ela foi vítima de um choque cardiogênico. Durante a cirurgia, a paciente teve convulsões. Depois, segundo a polícia, "o coração perdeu a capacidade de bombear sangue em quantidade adequada para os órgãos".
A Promotoria do Rio de Janeiro denunciou Eliana Jimenez sob acusação de homicídio doloso e fraude processual e pediu a prisão preventiva da médica por considerar "risco concreto de fuga", em razão da dupla nacionalidade. A prisão foi decretada pela 1ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça. Ela foi presa em casa, em um condomínio no bairro de Jacarepaguá, zona oeste da cidade.
A denúncia apresentada pela Promotoria afirma que a médica realizou o procedimento em um ambiente inapropriado, sem os recursos e equipamentos necessários. A cirurgia foi feita em uma sala comercial, não em uma clínica hospitalar.
Segundo o Ministério Público, Eliana trabalhava sozinha, sem a companhia de equipe cirúrgica, médico anestesista ou outro auxiliar técnico.
A médica, segundo a apuração, teria aplicado uma solução anestética com lidocaína e realizado marcações e incisões típicas de lipoaspiração. Ingrid, então, começou a ter convulsões e morreu em seguida.
A morte ocorreu ainda dentro do consultório particular da médica, que não tinha licença de funcionamento.
A denúncia contra Eliana aponta ainda que ela desfez a cena do crime para "ocultar provas e induzir a erro o juiz ou a perícia técnica". A médica teria colocado os instrumentos e materiais usados na cirurgia dentro de uma sacola e levou para o consultório de seu marido.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Jonathan Carvalho dos Santos, de 35 anos, morto a tiros em Viana
Homem morre após ser baleado em praça de Viana; família aponta dívida
Imagem de destaque
5 receitas típicas dos Estados Unidos para celebrar a Copa do Mundo com sabor
Imagem BBC Brasil
A surpreendente recuperação dos manguezais após décadas de destruição pelo homem

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados