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São Paulo

Casagrande sobre massacre de Suzano: 'Defendo diminuição de armas'

Na nota, o governador ainda afirmou que a tragédia, que deixou até o momento 10 mortos, deve ser alvo de reflexão para a sociedade para a construção de um futuro melhor

Publicado em 13 de Março de 2019 às 19:40

Jose Ricardo Medeiros

Publicado em 

13 mar 2019 às 19:40
Renato Casagrande em coletiva sobre energias renováveis Crédito: Helio Filho/Secom-ES

Após o massacre ocorrido na manhã desta quarta-feira (13), em uma escola estadual em Suzano, São Paulo - onde até o momento 10 pessoas morreram no ataque - o governador do Estado, Renato Casagrande, emitiu uma nota lamentando a tragédia.

Na mensagem, o governador disse acompanhou o caso e afirmou que a tragédia deve ser alvo de reflexão para a sociedade para a construção de um futuro melhor. Casagrande ainda disse que defende a diminuição de armas para evitar que ocorram tragédias como a de Suzano.

CONFIRA NA ÍNTEGRA

De forma consternada, acompanho a notícia da tragédia ocorrida na manhã desta quarta-feira (13) em uma escola estadual no município de Suzano-SP. São dez mortes confirmadas e outra dezena de feridos, até o momento, após um tiroteio no local. Lamento esse triste incidente, que precisa ser alvo de reflexão por toda nossa sociedade sobre o futuro que precisamos construir. Escola tem que ser lugar de segurança e esperança. Defendo a diminuição da circulação de armas para evitar que ocorram tragédias como essas. Neste momento, externo o meu pesar e de todos os capixabas às famílias, parentes e amigos das vítimas.

Renato Casagrande

Governador do Estado do Espírito Santo

O CASO

Escola Raul Brasil, em Suzano, onde crianças foram baleadas em um atentado Crédito: Reprodução/Redes Sociais

Dois adolescentes encapuzados e armados invadiram a escola estadual Professor Raul Brasil, em Suzano, na Grande São Paulo. Os jovens, que seriam ex-alunos, efetuaram vários disparos. Após o ataque, os dois adolescentes, - identificados como Guilherme Tauce Monteiro, 17 anos, Luiz Henrique de Castro, 25 anos, - cometeram suicídio.

A escola oferece ensino fundamental e médio e um centro de estudos de língua.

Segundo um vizinho que se identificou como Juliano, o atentado aconteceu pouco após o início das aulas no período matutino. "Moro ao lado, vi um tumulto e fui para lá. Cheguei e estava um tumulto, várias crianças saindo correndo ensanguentadas. Um desespero, professor, funcionário, todos correndo", afirmou.

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