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Educação

Bolsonaro veta lei que previa atendimento de psicólogo na rede escolar

Lei cria despesa sem indicar origem de recursos, segundo veto presidencial

Publicado em 10 de Outubro de 2019 às 08:05

Agência FolhaPress

Publicado em 

10 out 2019 às 08:05
sala de aula, escola Crédito: Pixabay
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (PSL) vetou integralmente uma lei aprovada no Congresso que garantia atendimento por profissionais de psicologia e de serviço social a estudantes de escolas públicas de educação básica. 
O presidente argumenta no veto que a lei é inconstitucional e contraria o interesse público. Isso porque, segundo ele, a lei criaria despesas obrigatórias ao Poder Executivo, sem que se tenha indicado a respectiva fonte de custeio.
O veto foi publicado nesta quarta-feira (9) no Diário Oficial da União. A Presidência ouviu os Ministérios da Educação e da Saúde, que também se manifestaram a favor do veto.
Pela proposta, equipes com profissionais dessas áreas deveriam compor as equipes das secretarias --não havia previsão de contratação de profissionais em todas as escolas. 
O projeto havia sido aprovado no Congresso em setembro. As redes de ensino teriam um ano para se adequar à nova legislação. 
O deputado Idilvan Alencar (PDT-CE) diz que já há articulação no Congresso para discutir a derrubada do veto. 
"Acho que eles não entenderam, isso entraria tranquilamente no orçamento das secretarias", diz. "O governo insiste no discurso para combater suicídio e veta o que poderia ajudar."
O texto coloca como foco os estudantes dos ensinos fundamental e médio. Esse atendimento seria direcionado à melhoria da aprendizagem e da relação entre estudantes e professores.
Entidades dos setores de educação, serviço social e psicologia mantinham apoio ao texto. 
A presença de psicólogos nos sistemas de ensino é apontado como uma das formas para combater casos de bullying, além de evitar, ou mesmo atuar, em casos como o ataque que ocorreu na escola Raul Brasil, em Suzano (SP).

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